Equipe
Por força de circunstancia profissional, trabalho em uma equipe. Por mais solitario que seja o trabalho de um corretor, nos agrupamos em equipes no fim das contas.
A coisa toda funciona assim: Temos 450 corretores aqui mais ou menos, somos divididos em 22 equipes que são como 22 empresas competindo umas contra as outras e essa competição deixa a todos com os animos bem acirrados.
Em nosso escritório (e a bem da verdade em todas as que importam), impera a lei de Dilbert. A lei de Dilbert diz que os idiotas são colocados nas empresas onde possam causar menos estragos: A gerencia. Com rarrissimas excessoes, (e quando eu digo rarrisimas não é figura de linguagem) temos equipes comandadas por verdaeiros (as) topeiras, gente totalmente desqulificada, despreparada.
Claro, isso prova que venda é muito de sorte, porque muitas vezes cai no colo dos Zés Ruelas um monte de vendas prontas. Também é cristalino que temos gerentes que são absolutamente brilhantes, caras de se tirar a chapéu.
Eu amo vender e até gsoto do lance da equipe, afinal, estou com um gerente muito bom, que entede de mercado, entende da qustão finaceira e que pra meu infortunio está virando gerente demais. Mas isso é irrelevante, o que importa é que o cara pega propostas e trata muito bem ao contrario da maioria que não tem ideia do que fazer e principalmente tem medo dos incorporadores.
Incorporadores por sua total Zé Ruelice, dariam outro post, mas não tenho saco pra escrever sobre as barbaridades que eles protagonizam, mas posso afirmar que a maioria é Hilaria e sem um pingo de profissionalismo.
Equipes são em grande medida reflexo do seu gerente o que é assutador, na medida em que muitas vezes você tem que fazer sociedade com corretores fracos, sem o menor treinamento e o gerente Zé Ruela é quem tratará a proposta. Sinto até um frio no estomago.
Olhando o escritório agora, Sábado com poucas pessoas,nenhum gerente até agora, me sinto confortado por minha equipe ter um bom gerente e ter um convivio civilizado ao menos.
Espero que continuemos assim.
É isso
Ouvindo: Jerry Lee Lewis
A coisa toda funciona assim: Temos 450 corretores aqui mais ou menos, somos divididos em 22 equipes que são como 22 empresas competindo umas contra as outras e essa competição deixa a todos com os animos bem acirrados.
Em nosso escritório (e a bem da verdade em todas as que importam), impera a lei de Dilbert. A lei de Dilbert diz que os idiotas são colocados nas empresas onde possam causar menos estragos: A gerencia. Com rarrissimas excessoes, (e quando eu digo rarrisimas não é figura de linguagem) temos equipes comandadas por verdaeiros (as) topeiras, gente totalmente desqulificada, despreparada.
Claro, isso prova que venda é muito de sorte, porque muitas vezes cai no colo dos Zés Ruelas um monte de vendas prontas. Também é cristalino que temos gerentes que são absolutamente brilhantes, caras de se tirar a chapéu.
Eu amo vender e até gsoto do lance da equipe, afinal, estou com um gerente muito bom, que entede de mercado, entende da qustão finaceira e que pra meu infortunio está virando gerente demais. Mas isso é irrelevante, o que importa é que o cara pega propostas e trata muito bem ao contrario da maioria que não tem ideia do que fazer e principalmente tem medo dos incorporadores.
Incorporadores por sua total Zé Ruelice, dariam outro post, mas não tenho saco pra escrever sobre as barbaridades que eles protagonizam, mas posso afirmar que a maioria é Hilaria e sem um pingo de profissionalismo.
Equipes são em grande medida reflexo do seu gerente o que é assutador, na medida em que muitas vezes você tem que fazer sociedade com corretores fracos, sem o menor treinamento e o gerente Zé Ruela é quem tratará a proposta. Sinto até um frio no estomago.
Olhando o escritório agora, Sábado com poucas pessoas,nenhum gerente até agora, me sinto confortado por minha equipe ter um bom gerente e ter um convivio civilizado ao menos.
Espero que continuemos assim.
É isso
Ouvindo: Jerry Lee Lewis
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