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De Jesus a Satanás: O Roteiro do Absurdo De Como o Clã Bolsonaro Conseguiu Ferrar Até com Jim Caviezel

  Quanto a Jim Caviezel, este de fato merece um Oscar. Após interpretar Jesus, resolveu provar que é mestre na arte da atuação e aceitou interpretar Satanás! Bravo! Palmas para o Jim, ele merece. Ou é talento, ou é pura necessidade financeira; apenas essas duas alternativas justificariam aceitar o papel de Jair Bolsonaro em uma produção que conta com a mão de quem, ao que parece, nasceu para comprar cigarros para o Diabo: Mario Frias. Quanto a “Flavinho” — assim mesmo, no diminutivo, pois ele mostrou o quão pequeno e sem valor é —, sua mediocridade ficou exposta ao cobrar aportes financeiros de Vorcaro para esse projeto cinematográfico com estreia prevista para setembro. Trata-se, diga-se de passagem, do filme mais caro já produzido no Brasil. Se a obra-prima de Walter Salles, Ainda Estou Aqui,  vencedora de prêmios internacionais, custou cerca de 45 milhões de reais, a produção do clã Bolsonaro atinge a cifra inacreditável de 134 milhões! Deus me defenda! O mais irônico é que...

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