A Seleção sem Povo e a Copa das "Bets"
A Copa do Mundo dos EUA, Canadá e México começou com cerimônias de abertura modorrentas (para não dizer exasperantes de tão chatas), o que já era de se esperar, afinal, produziram três festas quando apenas uma bastaria. Felizmente, a bola rolou com belos jogos e belos gols. O Brasil, como qualquer observador atento e racional preveria, começou tropeçando. E, apesar de eu esperar que a Seleção avance além da fase de grupos, dificilmente chegará a uma colocação relevante — pois, para nós, brasileiros, relevante é apenas o título, e este só virá por milagre. Ancelotti parece mais interessado em 2030, e talvez não esteja tão errado. Muitos jogadores deste atual ciclo estarão mais maduros e calejados lá na frente, enquanto outros, que hoje vivem seus últimos momentos, terão que passar o bastão para os jovens que vêm pedindo passagem. Ainda assim, poderíamos ter levado uma seleção mais competitiva e menos midiática. Boa parte deste elenco está mais preocupada com a repercussão de suas atitud...