Tim Burton, meu Herói.
Caiu nas minhas mãos um livro do meu herói contemporâneo: Tim Burton. (Triste fim do menino ostra e outras histórias, ed, Girafinha, 128 pgs, R$ 27,00 no site da Livraria Cultura e R$ 18,90 no da Fnac).
Tim sempre foi, para mim e por favor os amantes do cinema não se ofendam como que vou escrever, tão essencial quanto Bergman, Fellini, Copolla e outros monstros.
Tenho quase certeza que isso se deve a forma com que sua obra se desenvolve, pois qualquer que seja a temática do filme em que está envolvido, o que salta aos olhos são os angulos tristes, sombrios, pouco usuais.
Tenho fascinação pela forma que da as suas obras sabe? Tomemos por exemplo Batman. Até hoje, alguém superou a sua versão? Aquele Michael Keaton, um ator menos que medíocre se agigantou, achou o tom certo e até mesmo, na minha opinião ofuscou o sempre brilhante Jack Nicholson, o filme era sombrio, como sombrio é o personagem.
E o que dizer de Edward Scissorhands? Nem tenho palavras. Até a chatéssima Winona Rider fez algo que preste em sua vida. Confesso, eu chorei, e choro toda vez que assisto.
Tudo bem, ele derrapou feio na Fábrica de Chocolate, concordo, puta coisa tresloucada e sem sentido, egotrip total tanto dele quanto do Sr Deep.
Meu favorito sempre será a despeito doque ele possa lançar e por motivos totalmente pessoais, Big Fish, um delicado retrato da relação pai e filho.
Não vou citar toda a obra do cara, afinal não sou critico de cinema, mas peço a quem lê aqui que leia o livro. É terno. É triste. É tocante, as ilustrações são barbaras e, bem, leia o livro, você vai gostar. Garanto.
É isso.
Ouvindo: Cash, Mister Johnny Cash e June Carter Cash (Merecem um post, pra mim o Sr Cash é a verdade musical suprema).
Tim sempre foi, para mim e por favor os amantes do cinema não se ofendam como que vou escrever, tão essencial quanto Bergman, Fellini, Copolla e outros monstros.
Tenho quase certeza que isso se deve a forma com que sua obra se desenvolve, pois qualquer que seja a temática do filme em que está envolvido, o que salta aos olhos são os angulos tristes, sombrios, pouco usuais.
Tenho fascinação pela forma que da as suas obras sabe? Tomemos por exemplo Batman. Até hoje, alguém superou a sua versão? Aquele Michael Keaton, um ator menos que medíocre se agigantou, achou o tom certo e até mesmo, na minha opinião ofuscou o sempre brilhante Jack Nicholson, o filme era sombrio, como sombrio é o personagem.
E o que dizer de Edward Scissorhands? Nem tenho palavras. Até a chatéssima Winona Rider fez algo que preste em sua vida. Confesso, eu chorei, e choro toda vez que assisto.
Tudo bem, ele derrapou feio na Fábrica de Chocolate, concordo, puta coisa tresloucada e sem sentido, egotrip total tanto dele quanto do Sr Deep.
Meu favorito sempre será a despeito doque ele possa lançar e por motivos totalmente pessoais, Big Fish, um delicado retrato da relação pai e filho.
Não vou citar toda a obra do cara, afinal não sou critico de cinema, mas peço a quem lê aqui que leia o livro. É terno. É triste. É tocante, as ilustrações são barbaras e, bem, leia o livro, você vai gostar. Garanto.
É isso.
Ouvindo: Cash, Mister Johnny Cash e June Carter Cash (Merecem um post, pra mim o Sr Cash é a verdade musical suprema).
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