Houve uma tarde
Houve uma tarde em minha vida. Dessas mágicas. Dessas únicas. Eu tinha talvez 21, 22 anos (incrível como nunca me lembro de minha idade em eventos importantes de minha vida), e havia a alguns dias conhecido uma garota única, espetacular, fantástica, de uma forma absolutamente incomum, no metro de SP.
Bom, esta garota espectacular e meio maluca , exatamente como eu, (por isso nos demos tão bem), amava cinema. Eu amo cinema até hoje mas houve uma tarde em que a sessão de cinema se transforma ou em algo mais que uma sessão de cinema... sei lá... me marcou...
Antes deixa eu dizer que a garota, então com 17 anos foi a garota mais bacana que eu conheci nos meus loucos anos(um período de tempo em que fazia uma faculdade que odiava, nunca ia as aulas, beijava loucamente uma dúzia de garotas e era magro!) mas sempre conhecia garotas bobas, vazias, boas de beijar e.. mas chatas de se conversar.
Esta não, esta tinha conteúdo, era linda e sorria, e sorria um sorriso que até hoje nunca vi igual, e usava sapatos de boneca como eu nunca mais vi não os sapatos em si, mas a formosura ao usa-los e um dia fomos assistir Carlitos Way.
Carlitos Way, que não consigo me lembrar o titulo em português, era um filme que foi cuidadosamente escolhido pra não ser assistido. Íamos nos agarrar o filme inteiro, como já havíamos feito em outros filmes entre eles Kalifornia com David Duchoviny (to ficando definitivamente velho... ASSISTI ESTA BOMBA NO CINEMA!), mas com CW foi diferente.
Primeiro, eu não tinha me atentado ao fato que o filme contava com Al Pacino e Sean Penn depois, dirigido pelo Brian De Palma,e ainda tinha a Penollope Ann Muller ai virou covardia... tivemos que assistir o filme...
E nesse assiste um pouco se agarra um pouco passei uma das tardes mais agradáveis da minha vida, (afinal, após o filme nos agarramos mais....).
Me lembro de tudo isso por que passei em frente ao local onde assistimos o filme, o antigo cinema Metro na São João, hoje transformado em templo (?) evangélico que triste!
E porque aluguei este filme para reve-lo e a obra não envelheceu com o tempo. A mistura amizade + máfia + lealdade nas mãos de um diretor competente e um elenco afiado é campeã sempre.
As vezes me pergunto onde andará tal garota, as vezes acho que sei exatamente onde ela esta, de qualquer forma, foi uma tarde como nunca mais eu consegui repetir.
É isso.
Ouvindo: Coltrane
Bom, esta garota espectacular e meio maluca , exatamente como eu, (por isso nos demos tão bem), amava cinema. Eu amo cinema até hoje mas houve uma tarde em que a sessão de cinema se transforma ou em algo mais que uma sessão de cinema... sei lá... me marcou...
Antes deixa eu dizer que a garota, então com 17 anos foi a garota mais bacana que eu conheci nos meus loucos anos(um período de tempo em que fazia uma faculdade que odiava, nunca ia as aulas, beijava loucamente uma dúzia de garotas e era magro!) mas sempre conhecia garotas bobas, vazias, boas de beijar e.. mas chatas de se conversar.
Esta não, esta tinha conteúdo, era linda e sorria, e sorria um sorriso que até hoje nunca vi igual, e usava sapatos de boneca como eu nunca mais vi não os sapatos em si, mas a formosura ao usa-los e um dia fomos assistir Carlitos Way.
Carlitos Way, que não consigo me lembrar o titulo em português, era um filme que foi cuidadosamente escolhido pra não ser assistido. Íamos nos agarrar o filme inteiro, como já havíamos feito em outros filmes entre eles Kalifornia com David Duchoviny (to ficando definitivamente velho... ASSISTI ESTA BOMBA NO CINEMA!), mas com CW foi diferente.
Primeiro, eu não tinha me atentado ao fato que o filme contava com Al Pacino e Sean Penn depois, dirigido pelo Brian De Palma,e ainda tinha a Penollope Ann Muller ai virou covardia... tivemos que assistir o filme...
E nesse assiste um pouco se agarra um pouco passei uma das tardes mais agradáveis da minha vida, (afinal, após o filme nos agarramos mais....).
Me lembro de tudo isso por que passei em frente ao local onde assistimos o filme, o antigo cinema Metro na São João, hoje transformado em templo (?) evangélico que triste!
E porque aluguei este filme para reve-lo e a obra não envelheceu com o tempo. A mistura amizade + máfia + lealdade nas mãos de um diretor competente e um elenco afiado é campeã sempre.
As vezes me pergunto onde andará tal garota, as vezes acho que sei exatamente onde ela esta, de qualquer forma, foi uma tarde como nunca mais eu consegui repetir.
É isso.
Ouvindo: Coltrane
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