Charlie Brown
Sempre amei quadrinhos. Desde o Homem Aranha e Batman, até Calvin, Mafalda, Rê Bordosa...
Mas tem um que eu sempre amei mais. Muito mais na verdade. Snoopy. Não o Snoopy em si porque vamos ser honestos aquele beagle pode ser bem enfadonho as vezes, mas o seu dono: Charlie Brown.
Me identifico com Charlie. Totalmente. Quando criança, tive a minha garotinha ruiva (que era loira), tinha um time de futebol bizarro, só perdíamos e eu insistia em manter aquilo a qualquer custo e pra finalizar havia uma garota na escola que amava me ridicularizar.
Cresci, mas minha porção Charlie Brown se recusa a sumir totalmente. Como no desenho, as vezes tudo parece muito grande para mim. Quem não se lembra do desenho? Os móveis das casas eram enormes de difícil acesso, as portas imensas e os professores e outros adultos falavam de uma forma ininteligível.
Pois é. As vezes parece que as pessoas falam comigo de forma totalmente fora de meu entendimento, que os objetos, qualquer um deles que exista, vieram ao mundo pra me oprimir e ter que manter um relacionamento de mais de cinco minutos com quem quer que seja se torna um fardo insuportável.
Ainda bem que só as vezes, haja visto que minha profissão não me permite não me relacionar com alguém, quem quer que seja este alguém.
De qualquer forma, Charlie Brown caminha ao meu lado, as vezes quase converso com ele (o que me impede é o óbvio ridículo da situação: um adulto conversando com o vento...) Mas que tenho vontade as vezes isso tenho mesmo. E muita.
Talvez o exercício de escrever neste espaço seja uma forma de me encontrar com Charlie e expressar de uma forma livre tudo o que tenho que guardar no dia a dia.
Psicologia rasteira da frase acima a parte, a verdade é que Charlie Brown marcou minha infância, juventude e hoje, homem feito ele insiste em se expressar em algumas ocasiões.
Bom, ao menos, nestes 35 anos, tive algumas garotinhas ruivas (e algumas garotonas também sendo todas naturais. Sei la, ruiva de farmácia pra mim não da!)
É isso.
P.S Leio que O ano que meus pais saíram de férias esta entre os nove finalistas para a indicação ao Oscar 08. Ok, o Oscar é uma premiação totalmente desvinculada da arte, mas que seria bem legal ver um filme brasileiro e principalmente um bom filme brasileiro ganhar, isso não há duvida alguma.
Ouvindo: Cesaria Evóra.
Mas tem um que eu sempre amei mais. Muito mais na verdade. Snoopy. Não o Snoopy em si porque vamos ser honestos aquele beagle pode ser bem enfadonho as vezes, mas o seu dono: Charlie Brown.
Me identifico com Charlie. Totalmente. Quando criança, tive a minha garotinha ruiva (que era loira), tinha um time de futebol bizarro, só perdíamos e eu insistia em manter aquilo a qualquer custo e pra finalizar havia uma garota na escola que amava me ridicularizar.
Cresci, mas minha porção Charlie Brown se recusa a sumir totalmente. Como no desenho, as vezes tudo parece muito grande para mim. Quem não se lembra do desenho? Os móveis das casas eram enormes de difícil acesso, as portas imensas e os professores e outros adultos falavam de uma forma ininteligível.
Pois é. As vezes parece que as pessoas falam comigo de forma totalmente fora de meu entendimento, que os objetos, qualquer um deles que exista, vieram ao mundo pra me oprimir e ter que manter um relacionamento de mais de cinco minutos com quem quer que seja se torna um fardo insuportável.
Ainda bem que só as vezes, haja visto que minha profissão não me permite não me relacionar com alguém, quem quer que seja este alguém.
De qualquer forma, Charlie Brown caminha ao meu lado, as vezes quase converso com ele (o que me impede é o óbvio ridículo da situação: um adulto conversando com o vento...) Mas que tenho vontade as vezes isso tenho mesmo. E muita.
Talvez o exercício de escrever neste espaço seja uma forma de me encontrar com Charlie e expressar de uma forma livre tudo o que tenho que guardar no dia a dia.
Psicologia rasteira da frase acima a parte, a verdade é que Charlie Brown marcou minha infância, juventude e hoje, homem feito ele insiste em se expressar em algumas ocasiões.
Bom, ao menos, nestes 35 anos, tive algumas garotinhas ruivas (e algumas garotonas também sendo todas naturais. Sei la, ruiva de farmácia pra mim não da!)
É isso.
P.S Leio que O ano que meus pais saíram de férias esta entre os nove finalistas para a indicação ao Oscar 08. Ok, o Oscar é uma premiação totalmente desvinculada da arte, mas que seria bem legal ver um filme brasileiro e principalmente um bom filme brasileiro ganhar, isso não há duvida alguma.
Ouvindo: Cesaria Evóra.
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