Quanto vale um imovel?
Respondendo a Sintia e mais uma cambada de amigos que não são da área, um imóvel vale antes de mais nada quanto o cliente esteja disposto a pagar.
Vivemos em uma sociedade capitalista e como tal estamos sujeitos a lei da oferta e procura.
Ora, se eu digo que por exemplo o m2 na Vila Nova Conceição vale R$ 6.000,00 lanço um empreendimento por lá e as pessoas correm como abelhas em um campo de flores, é evidente que a minha percepção de mercado está correta.
O que vai acontecer é que o próximo empreendimento vai custar no mínimo o mesmo valor(mas é óbvio que custará mais, já que as pessoas sinalizaram que estão dispostas a pagar mais) e assim por diante.
Existe também o ponto do custo de construção. Construir um prédio em Moema custa o mesmo que em Itaquera? A resposta é sim e não.
Sim, porque construção é construção em qualquer lugar quando se trata de levantar a estrutura de um prédio.
Não, porque quando você vai acaba-lo a coisa muda de figura. Ora, onde o Hall social de um prédio terá mármore travertino em Moema ou Itaquera? Quanto custa uma equipe especializada em assentar este marmore? Quanto custa, invertendo agora o raciocínio assentar cerâmica no Hall do prédio em Itaquera? E isso é só um exemplo. Coloque ai piso aquecido nas unidades entre outros mimos e comodidades e certamente você chegará a uma boa ideia da diferença de custos entre acabamentos.
Falei até agora de custos reais, vamos falar de custos intangíveis por assim dizer mas que influenciam mais ainda que os tais custos reais.
Quanto vale ou quanto as pessoas estão dispostas a pagar para morar olhando para uma nesga que seja do Parque do Ibirapuera? Quanto vale morar com uma vista frontal do Rio Tietê?
Ter uma boutique (uia!) de pães a poucos metros da sua casa agrega valor? O japa do momento na rua da sua residência agrega valor também? Agora novamente invertendo o raciocínio, alguém quer morar ao lado da padaria do Mané? Comer na casa do norte no Nonato? (Putz! eu comeria fácil).
Por fim, incorporadores não são casa de caridade, não são fazem favor a ninguem querem no mínimo ter um retorno de 50% sobre o capital investido o que não é absolutamente crime (só as esquerdas burras pensam assim), ou seja, constroem para lucrar e lucrar muito seja em Moema ou em Itaquera.
Ao cabo deste raciocínio um tanto quanto torto e confuso, um imóvel vale pela sua localização, pela sua localização e pela sua localização e também pelo desejo que desperta nos seus potenciais consumidores em possui-lo.
É isso.
Ouvindo Kenny Rogers, Dolly Parton (Esses caipiras americanos são bizarros!!!)
Vivemos em uma sociedade capitalista e como tal estamos sujeitos a lei da oferta e procura.
Ora, se eu digo que por exemplo o m2 na Vila Nova Conceição vale R$ 6.000,00 lanço um empreendimento por lá e as pessoas correm como abelhas em um campo de flores, é evidente que a minha percepção de mercado está correta.
O que vai acontecer é que o próximo empreendimento vai custar no mínimo o mesmo valor(mas é óbvio que custará mais, já que as pessoas sinalizaram que estão dispostas a pagar mais) e assim por diante.
Existe também o ponto do custo de construção. Construir um prédio em Moema custa o mesmo que em Itaquera? A resposta é sim e não.
Sim, porque construção é construção em qualquer lugar quando se trata de levantar a estrutura de um prédio.
Não, porque quando você vai acaba-lo a coisa muda de figura. Ora, onde o Hall social de um prédio terá mármore travertino em Moema ou Itaquera? Quanto custa uma equipe especializada em assentar este marmore? Quanto custa, invertendo agora o raciocínio assentar cerâmica no Hall do prédio em Itaquera? E isso é só um exemplo. Coloque ai piso aquecido nas unidades entre outros mimos e comodidades e certamente você chegará a uma boa ideia da diferença de custos entre acabamentos.
Falei até agora de custos reais, vamos falar de custos intangíveis por assim dizer mas que influenciam mais ainda que os tais custos reais.
Quanto vale ou quanto as pessoas estão dispostas a pagar para morar olhando para uma nesga que seja do Parque do Ibirapuera? Quanto vale morar com uma vista frontal do Rio Tietê?
Ter uma boutique (uia!) de pães a poucos metros da sua casa agrega valor? O japa do momento na rua da sua residência agrega valor também? Agora novamente invertendo o raciocínio, alguém quer morar ao lado da padaria do Mané? Comer na casa do norte no Nonato? (Putz! eu comeria fácil).
Por fim, incorporadores não são casa de caridade, não são fazem favor a ninguem querem no mínimo ter um retorno de 50% sobre o capital investido o que não é absolutamente crime (só as esquerdas burras pensam assim), ou seja, constroem para lucrar e lucrar muito seja em Moema ou em Itaquera.
Ao cabo deste raciocínio um tanto quanto torto e confuso, um imóvel vale pela sua localização, pela sua localização e pela sua localização e também pelo desejo que desperta nos seus potenciais consumidores em possui-lo.
É isso.
Ouvindo Kenny Rogers, Dolly Parton (Esses caipiras americanos são bizarros!!!)
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