Será que queremos mesmo mudanças?
Antes de mais nada deixo claro que falo para a minha própria pessoa, mas certamente é uma reflexão que todos termos que fazer em algum momento.
Ontem a noite tive uma experiência reveladora. E u e Sintia precisávamos fazer compras, pois apesar de ainda não morarmos juntos estou sempre na ca sa dela, seja comendo, seja tomando banho, seja transando então centralizamos tudo lá mesmo.
Cotia é uma cidade grande então conta com vários hiper mercados, mas decidimos ir ao Atacadão, que é uma espécie de mercado dos pequenos supermercados que vende ao público final tb.
Fomos lá porque queríamos ver se era mais barato mesmo e também porque um dos diferenciais do mercado é justamente não disponibilizar as famigeradas sacolas plásticas para embalar as compras e nestes tempos de aquecimento global e conciencia ecológica latente me pareceu uma idéia bacana não utiliza-las.
O preço é ok, mas prometi para mim mesmo (não para Sintia) nunca mais voltar lá, ou pelo menos por um bom tempo. O motivo é que é absolutamente enervante ficar procurando sacolas caixas de papelão pelo mercado para acondicionar as compras, uma vez que joga-las no carro pura e simplesmente não é nem um pouco eficiente.
E da-lhe o bobo aqui procurando caixas, acondicionando as compras nelas, carregando de forma totalmente desconfortável as compras pra dentro de casa e bla bla bla.
Passei parte da noite na cama (após um sexo maravilhoso obviamente) me perguntando e tentando me responder a seguinte questão: Se abrir mão de simples sacolas plásticas pode ser um real transtorno em minha vida, o que dirá abrir mão de tantas outras comodidas que uma mudança de estilo de vida acarretariam?
Smos uma sociedade obviamente viciada em petróleo e ele está em tudo. Do combústivel de nosso carro as famigeradas sacolas plásticas sua presença é quase onipresente em nosso dia a dia. Ok, podemos usar carros flex ou mesmo a hidrogenio num futuro distante, mas estaremos dispostos a trocar nossas roupas legais e industrializadas por roupinhas de fibra de cânhamo? Abriremos mão de tomar Coca Cola ou outros refrigerantes porque a produção de um litro da liquido vital gasta muito mais água que supõe nossa vã compreensão?
Estaremos dispostos a gastarmos menos energia elétrica em nosso banho quentinho por exemplo por que a energia, ou mesmo o gás no meu caso usado para o aquecimento da água uma hora ter seu abastecimento entrando em colapso?
Queremos viver em um mundo onde milhões passam fome todos os dias e uma das saídas é levar a cabo de forma realmente industrial a experiência dos alimentos trangenicos?
Podemos conviver com eles mesmo sabendo que seus reais riscos nunca serão elucidados ou se forem não nos farão conhece-los?
O mundo, como conhecemos, está queiramos ou nçao caminhando para o colapso total, se pensarmos que poucas pessoas podem mudar-se para a California e desfrutar de um estilo de vida absolutamente nababesco como o de lá e que a realidade mais p´roxima é o padrão Somaliano de vida e não existe um meio termo aceitável para essa mesma maioria o que podemos fazer? Queremos fazer algo?
Eu nçao quero nem abrir mão de miseras sacolinhas plásticas e ao medar conta disso me sinto péssimo, horrível mesmo principalmente porque vou sentar e esperar este sentimento passar.
Meu plano mais concreto para este ano é trocar de carro e nçao será um carro 1.0 que é menos poluente e menos gastador de combustível, nada disso. quero um carro que gasta,porque este é que me dará satisfação em adquirir.
O mundo está agonizando, o clima nunca mais será o mesmo, muitas das espécies de animais e da flora que eu conheço não serão conhecidas por meus netos por que se extinguirão e que faremos ou melhor, o que EU estou disposto a fazer por isso.
Esperamos acções governamentais a este respeito mas aqui na terra Brazilis tudo oque temos é uma ministra pateta que quer ensinar criacionismo nas escolas e nega o desmatamento da Amazônia.
Não vou fundar uma Ong, não sou panfletário, mas a medida que escrevo, percebo que nçao quero ficar sentado esperando o tempo passar pois ele pode ficar inacreditavelmente curto.
recisamo, todos nós realmente tentar mudar este panorama, com pequenas ações locais, com pequenos sacrifícios pessoais e tentando sobretudo concientizar aqueles que amamos e nos são mais próximos.
Se não vamos conseguir reverter este quadro terrível que ai está, talvez possamos ao menos estabiliza-lo ou tornar o processo menos degradante.
É isso
Ouvindo: Foo Fighters
Ontem a noite tive uma experiência reveladora. E u e Sintia precisávamos fazer compras, pois apesar de ainda não morarmos juntos estou sempre na ca sa dela, seja comendo, seja tomando banho, seja transando então centralizamos tudo lá mesmo.
Cotia é uma cidade grande então conta com vários hiper mercados, mas decidimos ir ao Atacadão, que é uma espécie de mercado dos pequenos supermercados que vende ao público final tb.
Fomos lá porque queríamos ver se era mais barato mesmo e também porque um dos diferenciais do mercado é justamente não disponibilizar as famigeradas sacolas plásticas para embalar as compras e nestes tempos de aquecimento global e conciencia ecológica latente me pareceu uma idéia bacana não utiliza-las.
O preço é ok, mas prometi para mim mesmo (não para Sintia) nunca mais voltar lá, ou pelo menos por um bom tempo. O motivo é que é absolutamente enervante ficar procurando sacolas caixas de papelão pelo mercado para acondicionar as compras, uma vez que joga-las no carro pura e simplesmente não é nem um pouco eficiente.
E da-lhe o bobo aqui procurando caixas, acondicionando as compras nelas, carregando de forma totalmente desconfortável as compras pra dentro de casa e bla bla bla.
Passei parte da noite na cama (após um sexo maravilhoso obviamente) me perguntando e tentando me responder a seguinte questão: Se abrir mão de simples sacolas plásticas pode ser um real transtorno em minha vida, o que dirá abrir mão de tantas outras comodidas que uma mudança de estilo de vida acarretariam?
Smos uma sociedade obviamente viciada em petróleo e ele está em tudo. Do combústivel de nosso carro as famigeradas sacolas plásticas sua presença é quase onipresente em nosso dia a dia. Ok, podemos usar carros flex ou mesmo a hidrogenio num futuro distante, mas estaremos dispostos a trocar nossas roupas legais e industrializadas por roupinhas de fibra de cânhamo? Abriremos mão de tomar Coca Cola ou outros refrigerantes porque a produção de um litro da liquido vital gasta muito mais água que supõe nossa vã compreensão?
Estaremos dispostos a gastarmos menos energia elétrica em nosso banho quentinho por exemplo por que a energia, ou mesmo o gás no meu caso usado para o aquecimento da água uma hora ter seu abastecimento entrando em colapso?
Queremos viver em um mundo onde milhões passam fome todos os dias e uma das saídas é levar a cabo de forma realmente industrial a experiência dos alimentos trangenicos?
Podemos conviver com eles mesmo sabendo que seus reais riscos nunca serão elucidados ou se forem não nos farão conhece-los?
O mundo, como conhecemos, está queiramos ou nçao caminhando para o colapso total, se pensarmos que poucas pessoas podem mudar-se para a California e desfrutar de um estilo de vida absolutamente nababesco como o de lá e que a realidade mais p´roxima é o padrão Somaliano de vida e não existe um meio termo aceitável para essa mesma maioria o que podemos fazer? Queremos fazer algo?
Eu nçao quero nem abrir mão de miseras sacolinhas plásticas e ao medar conta disso me sinto péssimo, horrível mesmo principalmente porque vou sentar e esperar este sentimento passar.
Meu plano mais concreto para este ano é trocar de carro e nçao será um carro 1.0 que é menos poluente e menos gastador de combustível, nada disso. quero um carro que gasta,porque este é que me dará satisfação em adquirir.
O mundo está agonizando, o clima nunca mais será o mesmo, muitas das espécies de animais e da flora que eu conheço não serão conhecidas por meus netos por que se extinguirão e que faremos ou melhor, o que EU estou disposto a fazer por isso.
Esperamos acções governamentais a este respeito mas aqui na terra Brazilis tudo oque temos é uma ministra pateta que quer ensinar criacionismo nas escolas e nega o desmatamento da Amazônia.
Não vou fundar uma Ong, não sou panfletário, mas a medida que escrevo, percebo que nçao quero ficar sentado esperando o tempo passar pois ele pode ficar inacreditavelmente curto.
recisamo, todos nós realmente tentar mudar este panorama, com pequenas ações locais, com pequenos sacrifícios pessoais e tentando sobretudo concientizar aqueles que amamos e nos são mais próximos.
Se não vamos conseguir reverter este quadro terrível que ai está, talvez possamos ao menos estabiliza-lo ou tornar o processo menos degradante.
É isso
Ouvindo: Foo Fighters
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