Danny the dog
O filme é de baixo orçamento. O roteiro talvez até tenha uma certa originalidade inicial que não se sustenta com o desenrolar da trama. Bom, o filme tem também Morgan Freeman e Bob Hoskins o que garante boas atuações.
Mas o filme tem mais, muito mais. O filme tem Jet Li.
Um esclarecimento se faz necessário: Apesar de uma certa sensibilidade exister em meu ser, sou da turma da testosterona a mil, ou seja, adoro filmes de lutas marciais (salve Steven Seagal), amo uma pancadariazinha básica de vez em quando.
Jet Li, proporciona tudo isso e muito mais, mas sempre tive um pé atrás com o rapaz. Sempre o achei pouco sincero com a pancadaria, pouco comprometido em espancar pessoas, sabe quando falta aquele encantamento pela brutalidade? Aquele ar que só os espancadores profissionais que ama seu oficio tem?
Tudo começou com Letal Weapon. Contracenando com dois atores mediocres, mel Gibson e Danny Glover, (Glover diga-se de passagem quando resolve filmar coisas sérias é muito bom, vide The Royal Tenenbaums) ele conseguiu se sobressair sobre maneira.
Ai, encafifei. Como um cara que é contratado para se o vilão impiedoso, que vai bater, bater e bater mostra lampejos de atuação mesmo com um texto que tolhe qualquer tentativa mais ousada?
Pois bem, assista Danny the dog, que aqui na brazucolânia tem o ridiculo titulo de Cão de guarda e aprecie um Jet Li completamente diferente do pancadeiro habitual. Ele espanca muita gente no filme, mas sua atuação, com um roteiro minimamente prestável se não é soberba é muito, muito boa mesmo.
O cara é bom. De verdade. Esqueça o fato de o roteiro decambar para o quase patético na última hora do filme, o que vale aqui é sua atuação, bem escudada por Freeman e Hoskins (este último um ator totalmente sub-aproveitado).
Vale a vista.
É isso.
Ouvindo: Frank Sinatra
P.S Muita saudades sua neste Domingo, e você sabe que o recado é pra você.
Mas o filme tem mais, muito mais. O filme tem Jet Li.
Um esclarecimento se faz necessário: Apesar de uma certa sensibilidade exister em meu ser, sou da turma da testosterona a mil, ou seja, adoro filmes de lutas marciais (salve Steven Seagal), amo uma pancadariazinha básica de vez em quando.
Jet Li, proporciona tudo isso e muito mais, mas sempre tive um pé atrás com o rapaz. Sempre o achei pouco sincero com a pancadaria, pouco comprometido em espancar pessoas, sabe quando falta aquele encantamento pela brutalidade? Aquele ar que só os espancadores profissionais que ama seu oficio tem?
Tudo começou com Letal Weapon. Contracenando com dois atores mediocres, mel Gibson e Danny Glover, (Glover diga-se de passagem quando resolve filmar coisas sérias é muito bom, vide The Royal Tenenbaums) ele conseguiu se sobressair sobre maneira.
Ai, encafifei. Como um cara que é contratado para se o vilão impiedoso, que vai bater, bater e bater mostra lampejos de atuação mesmo com um texto que tolhe qualquer tentativa mais ousada?
Pois bem, assista Danny the dog, que aqui na brazucolânia tem o ridiculo titulo de Cão de guarda e aprecie um Jet Li completamente diferente do pancadeiro habitual. Ele espanca muita gente no filme, mas sua atuação, com um roteiro minimamente prestável se não é soberba é muito, muito boa mesmo.
O cara é bom. De verdade. Esqueça o fato de o roteiro decambar para o quase patético na última hora do filme, o que vale aqui é sua atuação, bem escudada por Freeman e Hoskins (este último um ator totalmente sub-aproveitado).
Vale a vista.
É isso.
Ouvindo: Frank Sinatra
P.S Muita saudades sua neste Domingo, e você sabe que o recado é pra você.
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