Até onde posso efetivamente ir?
Não sei. Essa é a resposta. Sei que por mim mesmo provavelmente meu freio é zero. Não conheço limites. Não acredito eles a não ser como obstaculos a serem superados.
A grande verdade entretanto é que não vivemos sem limites, não vivemos sem paramêtros precisamos de um Norte, de uma referência porque antes de mais nada somos serem gregarios e vivemos em sociedade toda sociedade, mesmo que se pretenda anarquista, precisa sim, de regras.
Tento viver conforme os meus princípios que foram moldados através de anos de informações que me foram dadas por terceiros, e que foram garimpadas por mim mesmo. Estes princípios me norteiam e tento me manter sempre aberto a mudanças, não por que eu queira ser uma espécie de metamorfose ambulante (uia) mas porque sem mudanças a estagnação e suas consequências são inevitáveis.
Cresci em um lar Adventista com forte influencia do meu avo que comandava a forma como deveríamos proceder em relação ao mundo sendo nós quem éramos. Logo rompi com esta visão pois mais um pouco e eu estaria vivendo como os menonitas dos EUA e não é bem este o meu ideal de vida.
Apesar de ter tido em meu avô o meu primeiro modelo de cristão, ele nçao serve como referencia de modelo masculino de conduta, uma vez que talvez ele se achasse umser sem sexo definido, vindo ao mundo para apontar falhas na conduta das pessoas.
Claro que continue na igreja pois ela sempre me atraiu mais que o mundo fora dela e fui moldando meu comportamento e meus limites dentro do que achava bacana em pessoas que eu considerava coerentes com a fé que professavam.
Com essa conduta aprendi que firmar oque quer que seja em pessoas é ter o trabalho de firmar para logo após decepcionar-se e isso é algo bem natural, pois as pessoas são exatamente isso: pessoas que como tal falham miseravelmente.
Tive uma fase em que limites eram algo para se dar risada na minha cabeça e obviamente foi a fase mais negativa da minha vida, pois sem limites o máximo que pode se ter é uma quebradeira geral na vida.
Hoje, refletindo sobre este assunto penso que os meus limites devem ser pontuados por alguém melhor que eu. Alguém que se fez homem para mostrar que a humanidade não estava renegada ao papel de ser medíocre o resto de seus dias, alguém que mostrou que poderíamos sim, sermos pessoa de valor e espalharmos este valor para toda a humanidade.
Hoje vejo claramente que a única esperança para mim e para qualquer pessoa (mas falo sempre por mim apenas) é usar as regras de conduta de Jesus, Nazareno. O homem que andou por esta terra, caminhos de dor, de vergonha, de angustia sem nunca abalar a sua própria fé em seu Pai e nunca desviar seu caminho de seu real objetivo
Foco, este é o conceito (ou um dos) que Jesus podemos transmitir mais claramente. Firmeza de carater, esta é grande lição que o mestre deixou a seus seguidores.
Até onde eu posso efetivamente ir? Espero sinceramente que até um lugar onde eu possa estar ada dia mais perto do Mestre.
É isso.
Ouvindo: Gaither Trio
A grande verdade entretanto é que não vivemos sem limites, não vivemos sem paramêtros precisamos de um Norte, de uma referência porque antes de mais nada somos serem gregarios e vivemos em sociedade toda sociedade, mesmo que se pretenda anarquista, precisa sim, de regras.
Tento viver conforme os meus princípios que foram moldados através de anos de informações que me foram dadas por terceiros, e que foram garimpadas por mim mesmo. Estes princípios me norteiam e tento me manter sempre aberto a mudanças, não por que eu queira ser uma espécie de metamorfose ambulante (uia) mas porque sem mudanças a estagnação e suas consequências são inevitáveis.
Cresci em um lar Adventista com forte influencia do meu avo que comandava a forma como deveríamos proceder em relação ao mundo sendo nós quem éramos. Logo rompi com esta visão pois mais um pouco e eu estaria vivendo como os menonitas dos EUA e não é bem este o meu ideal de vida.
Apesar de ter tido em meu avô o meu primeiro modelo de cristão, ele nçao serve como referencia de modelo masculino de conduta, uma vez que talvez ele se achasse umser sem sexo definido, vindo ao mundo para apontar falhas na conduta das pessoas.
Claro que continue na igreja pois ela sempre me atraiu mais que o mundo fora dela e fui moldando meu comportamento e meus limites dentro do que achava bacana em pessoas que eu considerava coerentes com a fé que professavam.
Com essa conduta aprendi que firmar oque quer que seja em pessoas é ter o trabalho de firmar para logo após decepcionar-se e isso é algo bem natural, pois as pessoas são exatamente isso: pessoas que como tal falham miseravelmente.
Tive uma fase em que limites eram algo para se dar risada na minha cabeça e obviamente foi a fase mais negativa da minha vida, pois sem limites o máximo que pode se ter é uma quebradeira geral na vida.
Hoje, refletindo sobre este assunto penso que os meus limites devem ser pontuados por alguém melhor que eu. Alguém que se fez homem para mostrar que a humanidade não estava renegada ao papel de ser medíocre o resto de seus dias, alguém que mostrou que poderíamos sim, sermos pessoa de valor e espalharmos este valor para toda a humanidade.
Hoje vejo claramente que a única esperança para mim e para qualquer pessoa (mas falo sempre por mim apenas) é usar as regras de conduta de Jesus, Nazareno. O homem que andou por esta terra, caminhos de dor, de vergonha, de angustia sem nunca abalar a sua própria fé em seu Pai e nunca desviar seu caminho de seu real objetivo
Foco, este é o conceito (ou um dos) que Jesus podemos transmitir mais claramente. Firmeza de carater, esta é grande lição que o mestre deixou a seus seguidores.
Até onde eu posso efetivamente ir? Espero sinceramente que até um lugar onde eu possa estar ada dia mais perto do Mestre.
É isso.
Ouvindo: Gaither Trio
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