Wall - e
Então... Eu curto animações sim. Não sou nada infantilizado, sou um adulto maduro, mas animações me fazem meio que voltar a ser uma criança. Uma criança que vê o mundo com os olhos adultos que tem, mas que sente, ao menos enquanto dura a animação com o coração da criança que veio a tona. (uia!)
Wall-e é um robozinho simpático com uma tarefa tão ardua quanto impossível de ser realizada. Mora na Terra, uma Terra destruida por nós mesmo seres humanos que agora flanamos em uma nave espacial gigantesca (ahahahahahahahahahahahaha!!!!!), enquanto ele fica ali no bairro bo Brooklyn (claro que tinha que ser Nova York), tentando limpar o planeta, algo que ele nunca fará.
Sua vida portanto é de uma monotonia de dar dó, mas mesmo assim ele tenta leva-la com graça e leveza na compania de sua amiga barata (mais um clichê), e todo o fim de dia assiste ao mesmo musical em um vídeo cassete para lá de tosco.
Tem vários badulques que coleciona compulsivamente em meio as suas tarefas diárias - á saber: Tentar inutilmente limpar o planeta da montanha de lixo que ficou para trás.
Um dia, essa sua rotina é quebrada com a chegada de Eva. Eva é um robo de exploração mandado pela nave onde estamos todos flanando (hahahahahahahahahahahaha!!!!!) para tentar achar algo que indique que podemos voltar a Terra. Wall-e claro, se apaixona por Eva, não que ele não se apaixonasse por uma calota de carro se ela tivesse movimentos robóticos, afinal ele vive na compania de uma barata (eca!).
Eles retornam juntos a nave e posteriormente a Terra, mas ai contar mais seria estragar o filme ~se por acaso alguém que lê aqui (ahahahahahahaahahah!!!) ainda não o viu.
Mas, em suma, Wall-e é um filme terno, é um filme sobre nossa própria estagnação e apatia ante ao nosso desolador destino e é um filme um bocado cínico também. Crianças não entendem (ou não deveriam entender ao menos), o lado cínico da animação, mas ele está lá e reforça para nós adultos, n nossa incapacidade de lidar com temas que deveriam ser tratados com toda a seriedade pois tratam de nossa própria sobrevivência em osso planetinha azul.
Assista Wall-e se possível, e delicie-se com os poucos diálogos e com a força das imagens.
É isso.
Ouvindo: The Carpenters
Wall-e é um robozinho simpático com uma tarefa tão ardua quanto impossível de ser realizada. Mora na Terra, uma Terra destruida por nós mesmo seres humanos que agora flanamos em uma nave espacial gigantesca (ahahahahahahahahahahahaha!!!!!), enquanto ele fica ali no bairro bo Brooklyn (claro que tinha que ser Nova York), tentando limpar o planeta, algo que ele nunca fará.
Sua vida portanto é de uma monotonia de dar dó, mas mesmo assim ele tenta leva-la com graça e leveza na compania de sua amiga barata (mais um clichê), e todo o fim de dia assiste ao mesmo musical em um vídeo cassete para lá de tosco.
Tem vários badulques que coleciona compulsivamente em meio as suas tarefas diárias - á saber: Tentar inutilmente limpar o planeta da montanha de lixo que ficou para trás.
Um dia, essa sua rotina é quebrada com a chegada de Eva. Eva é um robo de exploração mandado pela nave onde estamos todos flanando (hahahahahahahahahahahaha!!!!!) para tentar achar algo que indique que podemos voltar a Terra. Wall-e claro, se apaixona por Eva, não que ele não se apaixonasse por uma calota de carro se ela tivesse movimentos robóticos, afinal ele vive na compania de uma barata (eca!).
Eles retornam juntos a nave e posteriormente a Terra, mas ai contar mais seria estragar o filme ~se por acaso alguém que lê aqui (ahahahahahahaahahah!!!) ainda não o viu.
Mas, em suma, Wall-e é um filme terno, é um filme sobre nossa própria estagnação e apatia ante ao nosso desolador destino e é um filme um bocado cínico também. Crianças não entendem (ou não deveriam entender ao menos), o lado cínico da animação, mas ele está lá e reforça para nós adultos, n nossa incapacidade de lidar com temas que deveriam ser tratados com toda a seriedade pois tratam de nossa própria sobrevivência em osso planetinha azul.
Assista Wall-e se possível, e delicie-se com os poucos diálogos e com a força das imagens.
É isso.
Ouvindo: The Carpenters
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