Não, não sou quem eu gostaria de ser.
Não sou quem eu gostaria de ser, mas quem é afinal de contas? Quem consegue seguir exatamente o traçado que se impõe? Quem não sde perde em curvas mal feitas, em desvãos que existem pelo caminho, por túneis mal iluminados que concientemente entramos as vezes?
Não sigo minha rota perfeita que existe de forma perfeita em minha mente, mas também não sou o "Sr Desvio", tento me manter, as vezes falho, as vezes até me alegro por encontrar caminhos diferentes do traçado anteriormente, as vezes quebro a cara. Mas e dai também? Quebrar a cara faz, ou deveria fazer parte do jogo. Quebrar a cara devez em quando nos deixa, ou ao me deixa, mais alerta, mais focado, buscando uma constancia maior.
Eu gostaria verdadeiramente de me perder menos nos meus descaminhos, mas isso é no meu caso praticamente impossível, porque sou explorador porque o diferente me atrai, porque a rotina me sufoca.
Sigo meu caminho de peito aberto, sem medo, sabendo que erro e errarei muito ainda, mas sabendo também que minha parcela de acertos supera as de erros então não sou assim tão desprezivel, ou melhor, nada desprezivel.
Bom, nesse texto muito mal escrito por sinal, meio sem eira nem beira, tentei paenas dizer que apenas dos caminhos não serem sempre os traçados no momento do planejamento da viajem, minha jornada continua interessante, ao menso para mim.
É isso.
Ouvindo: D.C Talk, Cindy Morgan
Não sigo minha rota perfeita que existe de forma perfeita em minha mente, mas também não sou o "Sr Desvio", tento me manter, as vezes falho, as vezes até me alegro por encontrar caminhos diferentes do traçado anteriormente, as vezes quebro a cara. Mas e dai também? Quebrar a cara faz, ou deveria fazer parte do jogo. Quebrar a cara devez em quando nos deixa, ou ao me deixa, mais alerta, mais focado, buscando uma constancia maior.
Eu gostaria verdadeiramente de me perder menos nos meus descaminhos, mas isso é no meu caso praticamente impossível, porque sou explorador porque o diferente me atrai, porque a rotina me sufoca.
Sigo meu caminho de peito aberto, sem medo, sabendo que erro e errarei muito ainda, mas sabendo também que minha parcela de acertos supera as de erros então não sou assim tão desprezivel, ou melhor, nada desprezivel.
Bom, nesse texto muito mal escrito por sinal, meio sem eira nem beira, tentei paenas dizer que apenas dos caminhos não serem sempre os traçados no momento do planejamento da viajem, minha jornada continua interessante, ao menso para mim.
É isso.
Ouvindo: D.C Talk, Cindy Morgan
Comentários
Ti amo!