De onde vem minha inquietação?
Tai algo que eu gostaria de saber responder. Não falo da inquietação física ou mesmo, a psíquica causada pelo DDA, falo da inqueitação de minha alma.
Minha alma atormentada pelas dúvidas, atormentada pela culpa, e por tantos outros fatores. Minha alma que se alegra com pequenas bobagens, minha alma que nunca se desliga, nunca se aquieta.
Talvez venha de alguma fonte desconhecida, talvez venha da ânsia de sempre querer saber mais sobre mim mesmo e sobre os mistérios da vida, talvez venha da observação que a vida nada tem de misteriosa e provavelmente venha desta contradição permanente ao qual eu sempre me reduzo.
E sim, contradição em excesso é redução de personalidade e carater, pois há que se ter ideias firmes e ideais ainda mais sólidos para enfrentar as batalhas diárias que a vida nos oferece. A vida se recusa a ser simples e generosa na maioria das vezes essa é a grande verdade, (ou pelo menos a minha grande verdade) e eu a vivo como escrevo meus textos, sempre colocando coisas entre parênteses como se isso, se essas escapadas de rota fossem a coisa mais natural do mundo. Não são.
A inqueitação nunca é no meu caso precedida por mentos de paz, e essa mesma paz também nçao e sua sucessora. Não, sempre a inquietação é o que reina... um estado constante de não saber como se portar,que dizer ao certo, para quem dizer e sobretudo a hora de calar.
Sim, por que se não sabe-se o que dizer, há que se calar, mas inquietos como eu, ficam falando e falando, e nesse frenesi vocal jogam suas palavras como se fossem torrentes de besteiras ao vento. Se fosse possível a mim calar calaria.. refletiria e tentaria ouvir os zumbidos que vem do meu interior... Mas estou sempre falando,falando, falando.
Nesse afã verbal, meus pensamentos se confundem e se perdem, as sinapses são cada vez menos conexas e a vida se esvai lentamente entre uma palavra sem sentido e outra.
E assim passas os dias, porque eles ainda não sabe fazer anda alem de passar...
É isso.
Ouvindo: Generation x Genaration
Minha alma atormentada pelas dúvidas, atormentada pela culpa, e por tantos outros fatores. Minha alma que se alegra com pequenas bobagens, minha alma que nunca se desliga, nunca se aquieta.
Talvez venha de alguma fonte desconhecida, talvez venha da ânsia de sempre querer saber mais sobre mim mesmo e sobre os mistérios da vida, talvez venha da observação que a vida nada tem de misteriosa e provavelmente venha desta contradição permanente ao qual eu sempre me reduzo.
E sim, contradição em excesso é redução de personalidade e carater, pois há que se ter ideias firmes e ideais ainda mais sólidos para enfrentar as batalhas diárias que a vida nos oferece. A vida se recusa a ser simples e generosa na maioria das vezes essa é a grande verdade, (ou pelo menos a minha grande verdade) e eu a vivo como escrevo meus textos, sempre colocando coisas entre parênteses como se isso, se essas escapadas de rota fossem a coisa mais natural do mundo. Não são.
A inqueitação nunca é no meu caso precedida por mentos de paz, e essa mesma paz também nçao e sua sucessora. Não, sempre a inquietação é o que reina... um estado constante de não saber como se portar,que dizer ao certo, para quem dizer e sobretudo a hora de calar.
Sim, por que se não sabe-se o que dizer, há que se calar, mas inquietos como eu, ficam falando e falando, e nesse frenesi vocal jogam suas palavras como se fossem torrentes de besteiras ao vento. Se fosse possível a mim calar calaria.. refletiria e tentaria ouvir os zumbidos que vem do meu interior... Mas estou sempre falando,falando, falando.
Nesse afã verbal, meus pensamentos se confundem e se perdem, as sinapses são cada vez menos conexas e a vida se esvai lentamente entre uma palavra sem sentido e outra.
E assim passas os dias, porque eles ainda não sabe fazer anda alem de passar...
É isso.
Ouvindo: Generation x Genaration
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