Vamos falar sobre sexo (ou finalmente um post adulto!)
Como diz meu grande amigo Neto Decamilis, sexo é como pizza: Até quando é ruim, é bom. Exageros a parte, sexo realmente é muito bom e pizza também, mas eu posso comer uma pizza despretensiosamente, ao passo que sexo despretensioso é = a sexo leviano.
Nossa sociedade dita "moderna" aprova hoje o sexo feito de forma despretensiosa, aquele que busca o prazer pelo prazer e é um fim em si mesmo. Óbvio que não sou um carola imbecil ao ponto de querer dissociar sexo de prazer, mas o que andamos fazendo ultimamente é dissociar o sexo do amor, do afeto e da cumplicidade.
Esqueça a questão do casamento virgem, não é ela que importa e muito menos o número de parceiros sexuais que um homem ou mulher deve ter ao longo de sua vida e tente focar apenas em uma questão: Qual o grau real de satisfação que uma relação sexual despretensiosa pode trazer? Não falo do satisfação momentania que é evidente, mas daquilo que vem depois, de querer ver novamente a pessoa, de querer almoçar ou jantar novamente com quem se foi para a cama, de lembrar ao menos o nome completo do ser humano com quem se coabitou (uia!).
Estamos lentamente perdendo a capacidade de trocar afetos e a estamos substituindo pela capacidade de ter espasmos esporádicos de prazer. Não damos mais valor a conquista, a conversa, ao jogo de troca de informações (na verdade trocamos muita desinformação, ou mentira se preferirem, no intuito de levar alguém ao motel mais próximo). Num mundo em que as relações construídas de forma virtual ganham cada vez mais fôlego e a tv (sempre ela) vende a ideia da necessidade de beleza absoluta e prazer imediato simplesmente perdemos a capacidade de aferir os quesitos que realmente importam numa relação sexual, deixamos de conferir se temos afinidades emocionais mínimas com o alvo (sim pessoas viraram alvo), e tentamos finalizar nosso desejo de forma rápida e de preferência sem deixar rastros.
Criamos com isso informações trocadas que alimentam nossas crianças de forma que cada vez mais cedo elas se acham preparadas para ingressar no mundo da brincadeira sexual e (e brincadeira aqui nada tem de lúdica), e o que vemos são cada vez mães que poderão daqui a alguns anos sair em paqueras juntas com seus filhos e filhas pois terão uma diferença de idade quase imperceptível.
Novelas nos vendem a ideia de que o amor é paixão e não um sentimento construído com delicadeza e tempo. Para a tv o amor é como um raio siciliano (ver O Poderoso Chefão), avassalador, instantâneo e sem compromisso com o amanhã. Vive o hoje como se o hoje fosse o fim das eras. De todas as eras.
Será que é isso mesmo? Será que necessitamos de tanto prazer que não podemos criar laços, criar vínculos emocionais reais e duradouros? Será que nossa capacidade de afeição esta tão destruída que simplesmente não queremos mais descobrir a beleza de um relacionamento monogâmico e puro?
Me parece que próprio conceito da pureza é hoje ridicularizado, e pureza aqui não esta associado a virgindade e sim a acreditar nas pessoas, acreditar que se é realmente objeto de afeição por parte do outro e descobrir no dia seguinte que nada mais se é do que um sex toy.
Quem quer ser um sex toy hoje em dia? Muita gente e conscientemente por incrível que pareça e vamos assim nos embrutecendo para o que DEUS (SIM DEUS) criou de mais deleitoso e prazeiroso: o sexo feito por duas pessoas de forma pura e no momento adequado.
Qual o momento adequado? Desculpem mas não sei e nem quero saber por ser esta uma questão extremamente pessoal. O fato é que sexo é ou deveria ser feito por pessoas que se amam, ou no mínimo se respeitam, admiram e não por pessoas que se acham belas e após algumas bebidas na balda de ocasião acordam num quarto de motel sem nem bem saber porque estão lá.
É isso.
Ouvindo: Point of grace
Nossa sociedade dita "moderna" aprova hoje o sexo feito de forma despretensiosa, aquele que busca o prazer pelo prazer e é um fim em si mesmo. Óbvio que não sou um carola imbecil ao ponto de querer dissociar sexo de prazer, mas o que andamos fazendo ultimamente é dissociar o sexo do amor, do afeto e da cumplicidade.
Esqueça a questão do casamento virgem, não é ela que importa e muito menos o número de parceiros sexuais que um homem ou mulher deve ter ao longo de sua vida e tente focar apenas em uma questão: Qual o grau real de satisfação que uma relação sexual despretensiosa pode trazer? Não falo do satisfação momentania que é evidente, mas daquilo que vem depois, de querer ver novamente a pessoa, de querer almoçar ou jantar novamente com quem se foi para a cama, de lembrar ao menos o nome completo do ser humano com quem se coabitou (uia!).
Estamos lentamente perdendo a capacidade de trocar afetos e a estamos substituindo pela capacidade de ter espasmos esporádicos de prazer. Não damos mais valor a conquista, a conversa, ao jogo de troca de informações (na verdade trocamos muita desinformação, ou mentira se preferirem, no intuito de levar alguém ao motel mais próximo). Num mundo em que as relações construídas de forma virtual ganham cada vez mais fôlego e a tv (sempre ela) vende a ideia da necessidade de beleza absoluta e prazer imediato simplesmente perdemos a capacidade de aferir os quesitos que realmente importam numa relação sexual, deixamos de conferir se temos afinidades emocionais mínimas com o alvo (sim pessoas viraram alvo), e tentamos finalizar nosso desejo de forma rápida e de preferência sem deixar rastros.
Criamos com isso informações trocadas que alimentam nossas crianças de forma que cada vez mais cedo elas se acham preparadas para ingressar no mundo da brincadeira sexual e (e brincadeira aqui nada tem de lúdica), e o que vemos são cada vez mães que poderão daqui a alguns anos sair em paqueras juntas com seus filhos e filhas pois terão uma diferença de idade quase imperceptível.
Novelas nos vendem a ideia de que o amor é paixão e não um sentimento construído com delicadeza e tempo. Para a tv o amor é como um raio siciliano (ver O Poderoso Chefão), avassalador, instantâneo e sem compromisso com o amanhã. Vive o hoje como se o hoje fosse o fim das eras. De todas as eras.
Será que é isso mesmo? Será que necessitamos de tanto prazer que não podemos criar laços, criar vínculos emocionais reais e duradouros? Será que nossa capacidade de afeição esta tão destruída que simplesmente não queremos mais descobrir a beleza de um relacionamento monogâmico e puro?
Me parece que próprio conceito da pureza é hoje ridicularizado, e pureza aqui não esta associado a virgindade e sim a acreditar nas pessoas, acreditar que se é realmente objeto de afeição por parte do outro e descobrir no dia seguinte que nada mais se é do que um sex toy.
Quem quer ser um sex toy hoje em dia? Muita gente e conscientemente por incrível que pareça e vamos assim nos embrutecendo para o que DEUS (SIM DEUS) criou de mais deleitoso e prazeiroso: o sexo feito por duas pessoas de forma pura e no momento adequado.
Qual o momento adequado? Desculpem mas não sei e nem quero saber por ser esta uma questão extremamente pessoal. O fato é que sexo é ou deveria ser feito por pessoas que se amam, ou no mínimo se respeitam, admiram e não por pessoas que se acham belas e após algumas bebidas na balda de ocasião acordam num quarto de motel sem nem bem saber porque estão lá.
É isso.
Ouvindo: Point of grace
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