Morte, quando ela chega perto de nós...

Ontem estávamos Sintia e eu assistindo o CQC quando o telefone tocou. Eram mais ou menos 22:30 e minha sogra ligou dizendo que uma menina de nossa igreja havia falecido. Ela tinha apenas 14 anos e morreu de leucemia, que a familia, pasmem! nem sabia que ela tinha.

A morte sempre esta ao nosso redor. Sempre. A vida anda em paralelo a morte mas sempre a ignoramos, porque falar sobre a morte nos entristece, nos deixa pasmos, sem ação, mas o fato é que ela sempre esta entre nós.

Tirante a solidariedade que qualquer pessoa merece pela perda de um ente querido, não estou triste ou chateado com a morte da moça, que eu nem reconheceria na rua caso cruzasse com ela, a morte de MJ me tocou muito mais, mas o fato é que ver que ela existe, e que nos ronda, me faz pensar acerca de minha própria finitude.

Saber que eu vou morrer, me deixa com um misto de medo e tranquilidade, porque a forma que encaro a morte tem a ver com a forma com que encaro a minha própria vida, ou seja, se eu viver uma vida que tenha valido a pena, morrer vai ser apenas o ponto final de uma boa jornada, uma jornada em que fiz pessoas felizes e fui feliz.

E é isso que eu quero. Ser feliz e fazer pessoas a minha volta feliz, te ruma vida que valha a pena e quando a morte vier me buscar eu possa estar em paz comigo e meus amigos verdadeiros.

Espero realmente conseguir isso.

É isso.

Ouvindo: Felipe Valente

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