Alex se foi, mas para voltar.
Sinto-me triste hoje, verdadeiramente, pois Alex foi transferido para o interior do estado. Alex não é meu filho, mas tenho ao menos três bons motivos para ama-lo.
Primeiramente amo as pessoas que amo apenas porque decidia ama-las. Não precisam fazer nada para ter o meu amor, ou para me impressionar, ou sei lá, eu apenas amo as pessoas que decido amar e pronto. Decidi amar o Alex no momento que o conheci, pois é um garoto que independente das cagadinhas que faz (que não são poucas), ainda sim consegue ser especial. Alegra qualquer ambiente, é meigo, é companheiro, enfim, uma pessoa muito, muito especial.
Em segundo lugar ele saiu do ventre da pessoa que amo, então é praticamente impossível não amar uma cria sua, pois filhos são nada mais que nossa continuação aqui na Terra, que se perpetuarão da mesma maneira, ou seja, gerando os seus filhos que serão suas próprias extensões.
Finalmente, os pais, no meu modo de ver tem uma ligação diferente com os seus filhos. Diferente no sentido de que as mães são toda sentimento, elas geram as crianças, elas levam para lá e para cá por 9 meses ou menos, e nós ficamos ali na expectativa, de forma mais racional. E é essa racionalidade que nos permite ao meu ver, sermos "pais" de filhos que não são nossos. No caso do Alex, é assim que me sinto.
Ele foi para longe, quase na divisa do Mato Grosso, mas em breve estará de volta, em breve vai rir conosco novamente, terá pago os seus débitos com a sociedade e estará pronto para ser alguém de carater, de valor.
Vamos ter muito o que conversar, muito o que viver. E isso me enche de esperança. E o bom da esperança é que ela tira o espaço da tristeza, da amargura, pois ela sinaliza o bem que esta por vir.
É isso.
Ouvindo; Pela graça livre sou de Felipe Valente
Primeiramente amo as pessoas que amo apenas porque decidia ama-las. Não precisam fazer nada para ter o meu amor, ou para me impressionar, ou sei lá, eu apenas amo as pessoas que decido amar e pronto. Decidi amar o Alex no momento que o conheci, pois é um garoto que independente das cagadinhas que faz (que não são poucas), ainda sim consegue ser especial. Alegra qualquer ambiente, é meigo, é companheiro, enfim, uma pessoa muito, muito especial.
Em segundo lugar ele saiu do ventre da pessoa que amo, então é praticamente impossível não amar uma cria sua, pois filhos são nada mais que nossa continuação aqui na Terra, que se perpetuarão da mesma maneira, ou seja, gerando os seus filhos que serão suas próprias extensões.
Finalmente, os pais, no meu modo de ver tem uma ligação diferente com os seus filhos. Diferente no sentido de que as mães são toda sentimento, elas geram as crianças, elas levam para lá e para cá por 9 meses ou menos, e nós ficamos ali na expectativa, de forma mais racional. E é essa racionalidade que nos permite ao meu ver, sermos "pais" de filhos que não são nossos. No caso do Alex, é assim que me sinto.
Ele foi para longe, quase na divisa do Mato Grosso, mas em breve estará de volta, em breve vai rir conosco novamente, terá pago os seus débitos com a sociedade e estará pronto para ser alguém de carater, de valor.
Vamos ter muito o que conversar, muito o que viver. E isso me enche de esperança. E o bom da esperança é que ela tira o espaço da tristeza, da amargura, pois ela sinaliza o bem que esta por vir.
É isso.
Ouvindo; Pela graça livre sou de Felipe Valente
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