Quando se tem amor. (Ou sobre o vazio que a distancia de Sintia me causa)
Quando se tem amor, coisas engraçadas podem acontecer. A cama, ue você divide com quem ama, e que parece ter tamanho apenas exato (o que causa algumas briguinhas no decorrer da noite em busca de espaço) se torna exasperadoramente grande, de uma imensidão desconfortável, que te faz dormir no sofá.
Não secar o banheiro, que sempre oi o meu sonho, se tornou algo tão besta que fiquei uns 30 minutos secando-o, porque eu sei que é assim que ela gostaria que ficasse.
E comer então? Nossas refeições são momentos de intimidade em que partilhamos o dia, a coisas que aconteceram além do alimento. Sem Sintia, comer é algo mecânico e comida não em sabor algum.
Coisas tolas que eu pensei que me dariam prazer em fazer escondido dela se mostram sem a menor graça, porque tudo o que eu quero é ela perto de mim.
E claro, pode-se creditar tudo isso a rotina, ao hábito de fazer coisas juntos, mas só quem é casado ama o seu cônjuge, sabe que nada é mais prazeiroso que a rotina de see estar com quem se ama.
Sintia esta longe, muito longe, visitando o Alex em Reginópolis e embora eu saiba que minha esposa é grandinha e sabe muito bem se virar, fico imaginando ela ali, sozinha, rodeada de pessoas desconhecidas e que talvez a minha presença pudesse fazer toda a diferença neste momento.
É engraçado como alguém tão auto suficiente como eu pode se emocionar ouvindo músicas e pensando na pessoa que esta longe, mas é assim que me sinto.
Frágil como uma folha de Outono, frágil como que não tem dono, porque minha dona está viajando.
É isso.
Ouvindo: Folhas de Outono de Felipe Valente
Não secar o banheiro, que sempre oi o meu sonho, se tornou algo tão besta que fiquei uns 30 minutos secando-o, porque eu sei que é assim que ela gostaria que ficasse.
E comer então? Nossas refeições são momentos de intimidade em que partilhamos o dia, a coisas que aconteceram além do alimento. Sem Sintia, comer é algo mecânico e comida não em sabor algum.
Coisas tolas que eu pensei que me dariam prazer em fazer escondido dela se mostram sem a menor graça, porque tudo o que eu quero é ela perto de mim.
E claro, pode-se creditar tudo isso a rotina, ao hábito de fazer coisas juntos, mas só quem é casado ama o seu cônjuge, sabe que nada é mais prazeiroso que a rotina de see estar com quem se ama.
Sintia esta longe, muito longe, visitando o Alex em Reginópolis e embora eu saiba que minha esposa é grandinha e sabe muito bem se virar, fico imaginando ela ali, sozinha, rodeada de pessoas desconhecidas e que talvez a minha presença pudesse fazer toda a diferença neste momento.
É engraçado como alguém tão auto suficiente como eu pode se emocionar ouvindo músicas e pensando na pessoa que esta longe, mas é assim que me sinto.
Frágil como uma folha de Outono, frágil como que não tem dono, porque minha dona está viajando.
É isso.
Ouvindo: Folhas de Outono de Felipe Valente
Comentários