Slumdog Millionaire
Alguns filmes como Slumdog Millionaire(Quem quer ser um milionário) eu simplesmente me recuso a assistir quando são lançados no circuito comercial. São filmes, (Cidade de Deus é outro exemplo)que no meu caso especifico ficam muito vulneráveis a tudo o que foi dito pela midia, ainda mais quando são incansavelmente elogiados como foi este filme em questão.
Bom, dias atrás resolvi assisti-lo e posso afirmar: O filme é "hot". O diretor por si só (o estupendo Danny Boyle), dispensa comentários. Os atores são apenas ok, (destaque para o irmão de Jamal na fase adulta, quase dilacerante), a fotografia é exatamente o que se espera deste tipo de filme e roteiro é soberbamente escrito.
Pra nós Brasileiros que fomos apresentados para a Índia do Projac, limpinha, bonitinha e tudo o mais, tomar contato com esta Índia mais real é revelador, e até de certa forma, libertador, no sentido de vermos que não estamos sós nas desigualdades sociais.
O filme tem a duração exata que deveria ter, nem mais nem menos, não se perde em teorias psicológicas de botequim, não vira um dramalhão (embora de um nó na garganta em alguns momentos), nem tenta manipular as emoções dos expectadores.
Jamal o protagonista não é o cara mais bacana do mundoe isso fica claro no decorrer do filme, e isso també é outro ponto positivo, não é um filme para criar mártires apenas para mostrar como a vida pode ser dura, nua e crua.
Enfim, um grande filme!
É isso.
Ouvindo: Felipe Valente
Bom, dias atrás resolvi assisti-lo e posso afirmar: O filme é "hot". O diretor por si só (o estupendo Danny Boyle), dispensa comentários. Os atores são apenas ok, (destaque para o irmão de Jamal na fase adulta, quase dilacerante), a fotografia é exatamente o que se espera deste tipo de filme e roteiro é soberbamente escrito.
Pra nós Brasileiros que fomos apresentados para a Índia do Projac, limpinha, bonitinha e tudo o mais, tomar contato com esta Índia mais real é revelador, e até de certa forma, libertador, no sentido de vermos que não estamos sós nas desigualdades sociais.
O filme tem a duração exata que deveria ter, nem mais nem menos, não se perde em teorias psicológicas de botequim, não vira um dramalhão (embora de um nó na garganta em alguns momentos), nem tenta manipular as emoções dos expectadores.
Jamal o protagonista não é o cara mais bacana do mundoe isso fica claro no decorrer do filme, e isso també é outro ponto positivo, não é um filme para criar mártires apenas para mostrar como a vida pode ser dura, nua e crua.
Enfim, um grande filme!
É isso.
Ouvindo: Felipe Valente
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