Lula o filho do Brasil, ou mais um sub aproveitamento de Milhem Cortaz
A primeira vigarice do filme está no título: Lula, o filho do Brasil. Sugere ainda que sutilmente que eu por exemplo, por ser de São Paulo, industrializado e próspero São Paulo, sou menos filho do Brasil. Filho do Brasil é quem nasce na miséria, no nordeste.
Essa ainda passa. Mas o filme... O que é aquilo? Só tem piadas prontas. Não tem uma linha do tempo coerente. Veja, Lula começa desdenhando o sindicato, achando que é algo para comunistas e tal. Mas de uma hora para outra se torna o líder inflamado que incendeia as massas, que faz os trabalhadores irem as raias da loucura. De uma hora para outra.
Outra vigarice: Sua professora jamais tentou adota-lo de "papel passado" de onde o diretor do filme tirou isso? Um enxerto totalmente calhorda numa tentativa patética de lustrar a biografia de dona Lindu, que não necessitava disso.
A direção? É difícil acreditar que o diretor da pequena obra prima "O Quatrilho", Fábio Barreto possa ter esquecido como se faz cinema. A direção é frouxa, constrangedora mesmo com atores sem ammenor ideia do que seja atuar, com excessão da excelente Glória Pires e o quase antológico e sempre sub aproveitado Milhem Cortaz. My Gosh, o que fez este ator pra ser brindados com personagens que nunca deixam ele poder brilhar, mostrar quem é de verdade. é deprimente ver um talento como o desse ator ser dirigido de forma tão tosca a ponto de quando seu personagem sai de cena o expectador agradece.
Ruindade mais do que esperada do filme a parte resta a reflexão que Lula não se tornou nada mais do que a xerox do presidente do sindicato que ele ajudou a depor.
Se tornou alguém que traiu seus ideias, suas ideias e é amigo de Sarney, Renan e outras porcarias de nossa politica. É o politico que não sabe o que é o publico e muito menos o que é o privado. Que insiste em pisotear a sua biografia que a esta altura dos acontecimentos ninguém pode afirmar que é tão lustrosa quanto ele quer que seja.
Esse filme, lançado num momento politico totalmente inoportuno, além de ser ruim como arte não serve muito como propaganda politica, uma vez que Lula é mostrado muitas vezes como alguém apático e sem vontade nenhuma além do próximo cigarro.
O ator que interpreta Lula despontou para o esquecimento se o mundo for justo minimamente, pois é de uma ruindade atroz. Mução, pedido de amigo, liga para o Lula e fala que o Luís Inácio mandou lembranças.
É isso.
Ouvindo: My utmost for his highest
Essa ainda passa. Mas o filme... O que é aquilo? Só tem piadas prontas. Não tem uma linha do tempo coerente. Veja, Lula começa desdenhando o sindicato, achando que é algo para comunistas e tal. Mas de uma hora para outra se torna o líder inflamado que incendeia as massas, que faz os trabalhadores irem as raias da loucura. De uma hora para outra.
Outra vigarice: Sua professora jamais tentou adota-lo de "papel passado" de onde o diretor do filme tirou isso? Um enxerto totalmente calhorda numa tentativa patética de lustrar a biografia de dona Lindu, que não necessitava disso.
A direção? É difícil acreditar que o diretor da pequena obra prima "O Quatrilho", Fábio Barreto possa ter esquecido como se faz cinema. A direção é frouxa, constrangedora mesmo com atores sem ammenor ideia do que seja atuar, com excessão da excelente Glória Pires e o quase antológico e sempre sub aproveitado Milhem Cortaz. My Gosh, o que fez este ator pra ser brindados com personagens que nunca deixam ele poder brilhar, mostrar quem é de verdade. é deprimente ver um talento como o desse ator ser dirigido de forma tão tosca a ponto de quando seu personagem sai de cena o expectador agradece.
Ruindade mais do que esperada do filme a parte resta a reflexão que Lula não se tornou nada mais do que a xerox do presidente do sindicato que ele ajudou a depor.
Se tornou alguém que traiu seus ideias, suas ideias e é amigo de Sarney, Renan e outras porcarias de nossa politica. É o politico que não sabe o que é o publico e muito menos o que é o privado. Que insiste em pisotear a sua biografia que a esta altura dos acontecimentos ninguém pode afirmar que é tão lustrosa quanto ele quer que seja.
Esse filme, lançado num momento politico totalmente inoportuno, além de ser ruim como arte não serve muito como propaganda politica, uma vez que Lula é mostrado muitas vezes como alguém apático e sem vontade nenhuma além do próximo cigarro.
O ator que interpreta Lula despontou para o esquecimento se o mundo for justo minimamente, pois é de uma ruindade atroz. Mução, pedido de amigo, liga para o Lula e fala que o Luís Inácio mandou lembranças.
É isso.
Ouvindo: My utmost for his highest
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