Marley e eu

Marley e eu. O livro revela o talento para a cronica de seu autor. Um talento que não vai além da mediocridade média americana, sem nenhum rebuscamento, raso como deve ser um texto escrito para um americano médio.

Ainda sim, pode ser algo agradável para se passar a tarde. Esperar alguém chegar ou tomar um café no Starbucks. Não é literatura de verdade, mas também não é o fim do mundo.

Marley e eu o livro, ao menos não é manipulador no sentido de querer fazer você chorar desbragadamente apenas relata a história de amizade entre um cão e seu dono, que em certos aspectos é sim, comovente, mas na maior parte do livro apenas aborrecido.

Marley e eu, o filme. Manipulador, com atuações indigentes, direção desinteressada, nem os cachorros são o que cachorros costumam ser em filmes.

Odeio filmes que tentam ditar minhas reações, que gritam pra eu me emocionar em hora tal, dar risada em hora tal, ficar reflexivo em hora tal. Marley e eu é isso com o agravante de só querer que eu chore e ainda pior, mostrar o dono do cão como alguém instável e algo bobo.

Enfim, manipular sentimentos nunca é uma boa ideia e por mais que algumas histórias sejam originalmente triste, filmar com mais isenção teria feito muito bem ao filme.

É isso.

Ounvindo Amy Grant

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