Será que a fé compensa?
O que a fé afinal? Gosto da seguinte definição:
Fé (do grego: pistia e do latim: Fides ) é a firme convicção de que algo seja verdade, sem nenhuma prova de que este algo seja verdade, pela absoluta confiança que depositamos neste algo ou alguém. Fonte: Wikipédia.
No caso a fé a que me refiro a é a fé em DEUS. O Deus do impossível pra usar o primeiro chavão do texto, o Deus que move montanhas e diz que se fé nele tivermos podemos ordenar que elas se joguem no mar e isso acontecerá.
Não, eu nunca vi a DEUS. Sim, eu já senti a presença de Deus. Mesmo sendo pecador, todo errado e tals, já sentia sua presença e por este motivo tenho fé.
Os cientistas que também tem a sua fé, embora ela seja totalmente embasada em dados que possam ser provados e nunca aceitem nada apenas de ouvir falar, gastaram com o financiamento de governos e empresas algo como U$10 bilhões em um acelerador de partículas o LHC, para provar entre outras teorias, a do Big Bang.
É legitimo sim que governos gastem com esse tipo de equipamento, mesmo porque é melhor gastar com ciência do que com guerra, mas o Deus em que eu acredito se prova de graça.
É grátis provar a existência do Criador, e esquecendo os chavões por um minuto não é nada fácil viver sob a influência desta fé.
Acreditar em Deus é antes de mais nada tomar conhecimento do ser perfeito, que te pede obediência, postura, obras, entre outras coisas. Veja, eu usei a palavra "pede" o que simplesmente não tem nada a ver com "manda", mas quando travamos conhecimento profundo e real com Deus, podemos até fazer coisas erradas, mas sabemos claramente que as estamos fazendo e isso pode se tornar (e se torna de fato)um fardo.
Não que a vida de um cristão seja um mar de rosas, muito pelo contrário, mas o desejo de seguir a Cristo se choca com a realidade da vida, não que este desejo seja uma quimera, mas as posturas que temos que ter no dia a dia, as palavras que proferimos, tudo isso pode depor a favor ou contra o nosso cristianismo.
Brigamos contra a nossa natureza 24 horas por dia. Pois a nossa natureza é a do erro, da devassidão, (sem Paris Hilton) da maldade e a natureza de Deus é a da santidade, da pureza, da bondade.
Como ser santo, puro e bom num mundo mal como o que vivemos? Como seguir a estrada de Deus quando temos caminhos mais atraentes? Por que fazer o que ele nos pede se podemos simplesmente fazer o que nos da na telha?
A fé é um exercício diário, que simplesmente muitas vezes nos recusamos a fazer. A fé genuína não vem acompanhada de gritos, emoções exarcebadas, demonstrações monetárias de bondade. A fé verdadeira te recolhe a sua real insignificancia, te mostra quão pequeno você é e quão grande Deus pode te tornar.
A fé real, faz com que toupeiras como eu, que faço tudo errado a defenda simplesmente por entenden-la como o certo, nos proporciona momentos de lucidez extrema dentro da loucura quase lisérgica do mundo moderno.
Sim, a fé compensa. Por mais que ela pareça etéria demais para nosso entendimento decididamente a fé compensa.
É isso.
Ouvindo: Mixagem final do CD "REFLEXÕES" de Débora Duarte.
Fé (do grego: pistia e do latim: Fides ) é a firme convicção de que algo seja verdade, sem nenhuma prova de que este algo seja verdade, pela absoluta confiança que depositamos neste algo ou alguém. Fonte: Wikipédia.
No caso a fé a que me refiro a é a fé em DEUS. O Deus do impossível pra usar o primeiro chavão do texto, o Deus que move montanhas e diz que se fé nele tivermos podemos ordenar que elas se joguem no mar e isso acontecerá.
Não, eu nunca vi a DEUS. Sim, eu já senti a presença de Deus. Mesmo sendo pecador, todo errado e tals, já sentia sua presença e por este motivo tenho fé.
Os cientistas que também tem a sua fé, embora ela seja totalmente embasada em dados que possam ser provados e nunca aceitem nada apenas de ouvir falar, gastaram com o financiamento de governos e empresas algo como U$10 bilhões em um acelerador de partículas o LHC, para provar entre outras teorias, a do Big Bang.
É legitimo sim que governos gastem com esse tipo de equipamento, mesmo porque é melhor gastar com ciência do que com guerra, mas o Deus em que eu acredito se prova de graça.
É grátis provar a existência do Criador, e esquecendo os chavões por um minuto não é nada fácil viver sob a influência desta fé.
Acreditar em Deus é antes de mais nada tomar conhecimento do ser perfeito, que te pede obediência, postura, obras, entre outras coisas. Veja, eu usei a palavra "pede" o que simplesmente não tem nada a ver com "manda", mas quando travamos conhecimento profundo e real com Deus, podemos até fazer coisas erradas, mas sabemos claramente que as estamos fazendo e isso pode se tornar (e se torna de fato)um fardo.
Não que a vida de um cristão seja um mar de rosas, muito pelo contrário, mas o desejo de seguir a Cristo se choca com a realidade da vida, não que este desejo seja uma quimera, mas as posturas que temos que ter no dia a dia, as palavras que proferimos, tudo isso pode depor a favor ou contra o nosso cristianismo.
Brigamos contra a nossa natureza 24 horas por dia. Pois a nossa natureza é a do erro, da devassidão, (sem Paris Hilton) da maldade e a natureza de Deus é a da santidade, da pureza, da bondade.
Como ser santo, puro e bom num mundo mal como o que vivemos? Como seguir a estrada de Deus quando temos caminhos mais atraentes? Por que fazer o que ele nos pede se podemos simplesmente fazer o que nos da na telha?
A fé é um exercício diário, que simplesmente muitas vezes nos recusamos a fazer. A fé genuína não vem acompanhada de gritos, emoções exarcebadas, demonstrações monetárias de bondade. A fé verdadeira te recolhe a sua real insignificancia, te mostra quão pequeno você é e quão grande Deus pode te tornar.
A fé real, faz com que toupeiras como eu, que faço tudo errado a defenda simplesmente por entenden-la como o certo, nos proporciona momentos de lucidez extrema dentro da loucura quase lisérgica do mundo moderno.
Sim, a fé compensa. Por mais que ela pareça etéria demais para nosso entendimento decididamente a fé compensa.
É isso.
Ouvindo: Mixagem final do CD "REFLEXÕES" de Débora Duarte.
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