Precious é um soco no estomago
Alguns filmes são horríveis e precisam ser horríveis. Precious com a simplesmente fántastica Gabourey Sidibe, a inclassificável (no bom sentido) Mo'nique e mais um punhado de bons atores ( a única que tenta estragar o filme em suas intervenções é Mariah Carey que não satisfeita em cantar musicas ruins agora se aventura no cinema e faz disso uma coisa péssima) é um filme horrível e por isso mesmo maravilhoso.
Assisti-lo requer uma dose extra de coragem para se confrontar com um mundo sujo, fedido, podre e real, extremamente real. O sub titulo brasileiro - "Uma história de esperança" é tão inoportuno com mau carater, pois obviamente visa atrair as pessoas com uma promessa de final feliz. Esqueça, em filmes que ousam ser reais e retratar pessoas sem edulcora-las não existe espaço para finais felizes e sim para finais possiveis.
Precious é seviciada por seu próprio pai abusada moralmente e também sexualmente por sua própria mãe, é inteligente e não sabe disso, vendo-se antes como uma pobre coitada retardada que se entope de frituras e outras porcarias.
Não dá pra entregar mais do filme mas posso dizer que nem pra chorar dar. O sentimento que o filme mais invoca é o de revolta, de ira, de tristeza, uma mistura indigesta, um filme indigesto que se torna palatável apenas pelas irretocaveis atuações de suas atrizes principais. Gaborey nasceu para atuar e Mo'nique... bom... onde ela estava este tempo todo? São dilacerantes sem em momento algum resvalar para a caricatura, para a auto comiseração e sem tentar manipular as emoções do público.
Maryah como já foi dito tenta estragar este colosso de filme (não consegue) e os outros atores cumprem com competência seus papéis.
A fotografia é belíssima (por belíssima leia-se adequada) a direção é segura e este filme é o primeiro do ano que realmente vale a pena ser visto.
É isso.
Ouvindo: Beauty Will Rise
Assisti-lo requer uma dose extra de coragem para se confrontar com um mundo sujo, fedido, podre e real, extremamente real. O sub titulo brasileiro - "Uma história de esperança" é tão inoportuno com mau carater, pois obviamente visa atrair as pessoas com uma promessa de final feliz. Esqueça, em filmes que ousam ser reais e retratar pessoas sem edulcora-las não existe espaço para finais felizes e sim para finais possiveis.
Precious é seviciada por seu próprio pai abusada moralmente e também sexualmente por sua própria mãe, é inteligente e não sabe disso, vendo-se antes como uma pobre coitada retardada que se entope de frituras e outras porcarias.
Não dá pra entregar mais do filme mas posso dizer que nem pra chorar dar. O sentimento que o filme mais invoca é o de revolta, de ira, de tristeza, uma mistura indigesta, um filme indigesto que se torna palatável apenas pelas irretocaveis atuações de suas atrizes principais. Gaborey nasceu para atuar e Mo'nique... bom... onde ela estava este tempo todo? São dilacerantes sem em momento algum resvalar para a caricatura, para a auto comiseração e sem tentar manipular as emoções do público.
Maryah como já foi dito tenta estragar este colosso de filme (não consegue) e os outros atores cumprem com competência seus papéis.
A fotografia é belíssima (por belíssima leia-se adequada) a direção é segura e este filme é o primeiro do ano que realmente vale a pena ser visto.
É isso.
Ouvindo: Beauty Will Rise
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