Eu, avô

A vovó tem um grampinho (acento agudo) e o vovô tem um chapeuzinho ( acento circunflexo). Essa é a lembrança mais antiga que eu tenho sobre minha jornada rumo a me tornar um ser humano alfabetizado.

Não me dou bem com a questão da acentuação até hoje e já desisti dela a muito tempo, mas o chapeuzinho do vovô de uma hora para outra entrou em minha vida.

Sou filho, já fui pai e agora, o filho da Sintia, Alex e sua namorada estão gravidos. Logo, por total afinidade e desejo serei avô. Miguel se for menino, Maria Clara se for menina, esses são os nomes já escolhidos para a criança.

Claro que eu prefiro uma Clarinha, afinal as meninas são muito mais charmosas, divertidas e espirituosas que os meninos que são bem aborrecidos na verdade. Sem dúvida o que importa é que venha uma criança saudável, mas se eu tivesse o poder de determinar, seria uma menina.

Eu estou talvez mais ansioso que eles mesmos para que essa criança venha ao mundo. Crianças são bençãos de Deus na vida de qualquer casal e abençoam também a todos em volta. Crianças fazem despertar o que há de melhor em mim, pois a sua pureza e seu despreendimento em amar sem esperar nada em troca desarmam meu espirito de tal forma que eu me sinto um igual quando estou com elas.

Me acho novo para ser avô, mas me sinto pronto para dar todomeu amor proteção a este ser que em breve chegará a nossa familia e nos encherá de alegria, amor e nos fará experimentar sentimentos que nos farão ser melhores pessoas a cada dia.

É isso

Ouvindo: Amy Grant

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