Não entendo a lógica do swing (outro post adulto)
Antes de mais nada sexo é bom e eu gosto. De manhã, a tarde, a noite, sempre é bom. E, com 38 anos, tenho experiência suficiente pra saber que em termos de sexo, desde que não se fale em pedofilia, zoofilia ou bizarrices congêneras, tudo vale desde que consentido entre as duas (ou mais) partes.
Isso não me impede de não entender a lógica da modalidade que está no título do post. O swing é praticado por casais que vão a um estabelecimento parecido com uma casa noturna dançante (boite?, boate? danceteria?) e realmente dançam, mas o objetivo primário e o sexo entre os casais ali presentes.
Ou seja, eu pego minha esposa e levo a um local onde digo a outro homem "cara, pegue minha esposa e a leve para a cama e eu farei o mesmo com a sua". Isso na verdade é apenas a ponta o iceberg. O swing leva ao sexo grupal, homossexual e outras modalidades pouco recomendáveis e tudo é visto com naturalidade, afinal são casais casados que estão ali.
Antes de mais nada sabe-se que essa afirmação não é verdadeira. Homens contratam prostitutas para irem ao swing fazendo as vezes de esposas, casais de amigos solteiros vão ao swing também e claro os casais casados também lá fequentam, mas o suposto clima de "família" é uma quimera.
Não sou puritano, longe disso álias, gosto de sexo bem feito e com variações interessantes, mas o sexo é (ou ao menos deveria ser) algo que deve ser feito na intimidade de um casal.
Se o conceito da intimidade, da cumplicidade que apenas um casal pode ter é quebrado, o sexo se torna automaticamente algo frivolo sem sentido real sendo apenas um desfrute em si mesmo que não traz real satisfação além do gozo momentâneo, e ainda pode deixar marcas psicologicas fortissímas tanto em homens como em mulheres que tem o minimo de sentimento aos seus parceiros.
Não levanto aqui bandeiras, muito pelo contrário, acho que cada um leva a sua vida como quer, mas não existe quem me convença que o sexo liberal e libertino que o swing proporciona possa ser realmente saudável, moral e genuinamente prazeiroso.
Claro que por professar uma fé cristã protestante meus conceitos podem estar contaminados com minhas crenças pessoais mas deixando de lado mi
nha fé em Cristo será que realmente a busca pelo prazer desenfreado é um estilo de vida que deve ser tolerado e mesmo exaltado em nossa sociedade?
Será que no momento em que nossos valores morais decaem, não se rasga também uma parte do tecido social que nos mantém como um grupo de pessoas minimamente civilizadas?
Quando os limites sexuais ficam cada vez mais dificeis de serem estabelicidos não alongamos também o nosso senso de justiça de julgamento ético e moral?
São questões em que venho refletindo e não tenho ainda uma reposta definitiva. Pode ser que eu esteja sendo puritano ingênuo, bobo, sei lá... Mas pode ser também seja esse o momento de um resgate dos valores que nos definem como povo temente a Deus, como povo que quer antes de mais nada o bem estar do semelhante e que não tolera tudo cm se tudo fosse realmente a última fronteira.
É isso
Ouvindo: Amy Grant
Isso não me impede de não entender a lógica da modalidade que está no título do post. O swing é praticado por casais que vão a um estabelecimento parecido com uma casa noturna dançante (boite?, boate? danceteria?) e realmente dançam, mas o objetivo primário e o sexo entre os casais ali presentes.
Ou seja, eu pego minha esposa e levo a um local onde digo a outro homem "cara, pegue minha esposa e a leve para a cama e eu farei o mesmo com a sua". Isso na verdade é apenas a ponta o iceberg. O swing leva ao sexo grupal, homossexual e outras modalidades pouco recomendáveis e tudo é visto com naturalidade, afinal são casais casados que estão ali.
Antes de mais nada sabe-se que essa afirmação não é verdadeira. Homens contratam prostitutas para irem ao swing fazendo as vezes de esposas, casais de amigos solteiros vão ao swing também e claro os casais casados também lá fequentam, mas o suposto clima de "família" é uma quimera.
Não sou puritano, longe disso álias, gosto de sexo bem feito e com variações interessantes, mas o sexo é (ou ao menos deveria ser) algo que deve ser feito na intimidade de um casal.
Se o conceito da intimidade, da cumplicidade que apenas um casal pode ter é quebrado, o sexo se torna automaticamente algo frivolo sem sentido real sendo apenas um desfrute em si mesmo que não traz real satisfação além do gozo momentâneo, e ainda pode deixar marcas psicologicas fortissímas tanto em homens como em mulheres que tem o minimo de sentimento aos seus parceiros.
Não levanto aqui bandeiras, muito pelo contrário, acho que cada um leva a sua vida como quer, mas não existe quem me convença que o sexo liberal e libertino que o swing proporciona possa ser realmente saudável, moral e genuinamente prazeiroso.
Claro que por professar uma fé cristã protestante meus conceitos podem estar contaminados com minhas crenças pessoais mas deixando de lado mi
nha fé em Cristo será que realmente a busca pelo prazer desenfreado é um estilo de vida que deve ser tolerado e mesmo exaltado em nossa sociedade?
Será que no momento em que nossos valores morais decaem, não se rasga também uma parte do tecido social que nos mantém como um grupo de pessoas minimamente civilizadas?
Quando os limites sexuais ficam cada vez mais dificeis de serem estabelicidos não alongamos também o nosso senso de justiça de julgamento ético e moral?
São questões em que venho refletindo e não tenho ainda uma reposta definitiva. Pode ser que eu esteja sendo puritano ingênuo, bobo, sei lá... Mas pode ser também seja esse o momento de um resgate dos valores que nos definem como povo temente a Deus, como povo que quer antes de mais nada o bem estar do semelhante e que não tolera tudo cm se tudo fosse realmente a última fronteira.
É isso
Ouvindo: Amy Grant
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