Amy Winehouse
Balela dizer que Amy Winehouse é a maior e melhor cantora do Séc 21. Primeiro porque o século apenas não chegou se quer ao seu primeiro quarto e segundo porque nesse tempo coisas melhores já surgiram.
Mas é ridiculo também dizer que Amy não foi uma grande cantora. Não cabe aqui julgamentos sobre sua personalidade e nem sobre a forma com que ela sempre conduziu (ou pensava conduzir) sua vida. É sem dúvida uma perda muito grande para um cenário musical indigente como o que presenciamos, mas talvez seja um alivio para tão atormentada alma.
Sem julgamentos o que fica é a clareza cristalina de que as drogas (sejam elas bebidas alcoolicas ou outras qualquer) não trazem o tal ganho criativo que tantos tentam atribuir a elas. Seus últimos shows eram mais "freak" shows onde invariavelmente cambaleante cantava pedaços de músicas, esquecia-se de outros tantos e sua voz não era nem sombra do que poderia ser em condições normais.
Deixa apenas dois álbuns, sendo que o primeiro, "Frank" é apenas mediano, embora muito superior a maioria dos debuts que se veêm por ai. Back to Black é sim uma quase obra prima cheia de swing, cor, e uma Amy no controle total de sua voz. Um legado com se vê, pifio para alguém que tanto poderia fazer.
A imediata beatificação de Amy entre seus fãs em nada ajuda a tentar entender por que pessoas brilhantes se perdem. Não vou recorrer a psicologia tipica de boteco para tentar explicar o que não sei explicar e talvez nem tenha explicação, mas é triste ver a dona de uma voz tão bela ir-se tão cedo e de forma tão estúpida.
É isso.
Ouvindo: Back to Black
Mas é ridiculo também dizer que Amy não foi uma grande cantora. Não cabe aqui julgamentos sobre sua personalidade e nem sobre a forma com que ela sempre conduziu (ou pensava conduzir) sua vida. É sem dúvida uma perda muito grande para um cenário musical indigente como o que presenciamos, mas talvez seja um alivio para tão atormentada alma.
Sem julgamentos o que fica é a clareza cristalina de que as drogas (sejam elas bebidas alcoolicas ou outras qualquer) não trazem o tal ganho criativo que tantos tentam atribuir a elas. Seus últimos shows eram mais "freak" shows onde invariavelmente cambaleante cantava pedaços de músicas, esquecia-se de outros tantos e sua voz não era nem sombra do que poderia ser em condições normais.
Deixa apenas dois álbuns, sendo que o primeiro, "Frank" é apenas mediano, embora muito superior a maioria dos debuts que se veêm por ai. Back to Black é sim uma quase obra prima cheia de swing, cor, e uma Amy no controle total de sua voz. Um legado com se vê, pifio para alguém que tanto poderia fazer.
A imediata beatificação de Amy entre seus fãs em nada ajuda a tentar entender por que pessoas brilhantes se perdem. Não vou recorrer a psicologia tipica de boteco para tentar explicar o que não sei explicar e talvez nem tenha explicação, mas é triste ver a dona de uma voz tão bela ir-se tão cedo e de forma tão estúpida.
É isso.
Ouvindo: Back to Black
Comentários
Não será a melhor do século mas uma das,senão uma Aretha Franklin da vida