O metrô do Zorra Total
Quem me conhece minimamente sabe que eu jamais, e quando digo jamais é jamais mesmo, eu me daria o desfrute de assistir um quadro que seja do programa Zorra Total.
Além das "piadas" totalmente sem graça, preconceituosas e da baixaria reinante eles agora tem um quadro infeliz que perga o assédio as mulheres no metrô.
Claro que não sou contra qualquer manisfestação "artistica" seja ela qual for, mas as vezes me pergunto onde tanta liberalidade pode levar.
A melhor maneira de se colocar contra tal programa é não assisti-lo, mas não é tão simples aplica-lo quando não se tem opções como internet, tv a cabo entre outras opções de entreterimento para um Sábado a noite.
A anos os programas ditos humoristicos não se preocupam em levar a graça de forma leve, inteligente, antes fazendo pouco dos espectadores oferecendo-lhes lixo em forma de risada fácil.
É fácil rir quando o alvo são gordos, negros e sobretudo mulheres em posição desfavoravel, seja a empregada boazuda, seja a assediada em um vagão de transporte coletivo, mas só acha graça nisso quem nunca teve a mulher ou a filha sendo assediada de forma torpe, muitas vezes acuadas entre o medo e a humilhação por homens inescrupulosos que não se importam em obter "prazer" de forma vil.
A TV Globo, que diz ser contra a baixaria televisiva e diz também tentar trazer conteudo de qualidade pisa na bola feio quando permite que algo tão tosco, vulgar e fora de esquadro seja veiculado em um programa de sua propriedade.
Uma sociedade mais justa, plural e livre de preconceitos de todo e qualquer tipo passa obrigatóriamente por empresas responsáveis nos conteudos que produzem e veiculam.
É claro que não é papal da TV privada ser educadora da população, mas em se tratando de um País como o nosso, onde o acesso a conteúdos de qualidade ainda é restrito, seria de bom tom e seria visto com enorme simpatia também se a lider inconteste de audiência no caso a TV Globo, que traz também de forma inegável muitos programas de extremo bom gosto, não derrapasse ao exibir algo tão gratuito quanto desnecessário.
É isso.
Ouvindo: Steve Green
Além das "piadas" totalmente sem graça, preconceituosas e da baixaria reinante eles agora tem um quadro infeliz que perga o assédio as mulheres no metrô.
Claro que não sou contra qualquer manisfestação "artistica" seja ela qual for, mas as vezes me pergunto onde tanta liberalidade pode levar.
A melhor maneira de se colocar contra tal programa é não assisti-lo, mas não é tão simples aplica-lo quando não se tem opções como internet, tv a cabo entre outras opções de entreterimento para um Sábado a noite.
A anos os programas ditos humoristicos não se preocupam em levar a graça de forma leve, inteligente, antes fazendo pouco dos espectadores oferecendo-lhes lixo em forma de risada fácil.
É fácil rir quando o alvo são gordos, negros e sobretudo mulheres em posição desfavoravel, seja a empregada boazuda, seja a assediada em um vagão de transporte coletivo, mas só acha graça nisso quem nunca teve a mulher ou a filha sendo assediada de forma torpe, muitas vezes acuadas entre o medo e a humilhação por homens inescrupulosos que não se importam em obter "prazer" de forma vil.
A TV Globo, que diz ser contra a baixaria televisiva e diz também tentar trazer conteudo de qualidade pisa na bola feio quando permite que algo tão tosco, vulgar e fora de esquadro seja veiculado em um programa de sua propriedade.
Uma sociedade mais justa, plural e livre de preconceitos de todo e qualquer tipo passa obrigatóriamente por empresas responsáveis nos conteudos que produzem e veiculam.
É claro que não é papal da TV privada ser educadora da população, mas em se tratando de um País como o nosso, onde o acesso a conteúdos de qualidade ainda é restrito, seria de bom tom e seria visto com enorme simpatia também se a lider inconteste de audiência no caso a TV Globo, que traz também de forma inegável muitos programas de extremo bom gosto, não derrapasse ao exibir algo tão gratuito quanto desnecessário.
É isso.
Ouvindo: Steve Green
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