Putz, como a gente briga!

Putz, a gente briga para caramba! Mas a gente se ama para caramba também. A gente sempre diverge e no fim a divergência acaba em conversão, uma conversão quase perfeita.

Ai eu ficava sempre pensando como uma casal pode sobreviver a tanta briga e mais engraçado a tantas vezes fazer as pazes. Mas eu percebo que se a gente briga é porque, ao menos no nosso caso o comodismo de não dizer o que se pensa pra evitar o conflito não está presente. Eu digo o que eu penso e ela também a gente diverge com eu disse e depois tentamos o senso comum. Nem sempre dá, mas vale a pena tentar.

Eu não sou fácil, viver comigo é coisa pra heroina e a Sintia aguenta a barra. Eu grito, eu berro mesmo, sou grosso para caramba, digo o que penso quando vem a mente e da forma que vem a mente e ela aguenta.

Não importa muito se eu sou bacana em de outras formas porque eu deveria ser bacana de todas as formas, mas não consigo. Ela também não é fácil, mas muito mais fácil que eu.

Mas na verdade o que eu queria dizer é que desde de que eu tenha a Sintia e ela me tenha, nada mais me faz falta! Não a frase não é minha obviamente, é de uma música juito bacana que você vai curtir no fim do post (com se alguém lesse as coisas que eu escrevo kkkkk)

A gente gosta de muita coisa igual a gente curte coisas só nossas e nada, nada se enfia entre a gente. Nada e nem ninguém. Passamos por situações dificeis juntos, passamos por momentos bons juntos também. A vida tem sido em linhas gerais generosa com a gente e isso me alegra.

A gente vai continuar brigando, mas vai continuar a ser essencialmente feliz.



É isso.

Ouvindo: Alessandra Samadello

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