Do amor, e o que ele fez por mim

Ele me move. Literalmente. Tenho que amar. Tnho que sentir o amor correndo em mim, fluido, e tão, tão intenso que escapa pelos poros.

Este amor que acredito é a única coisa que faz a vida valer a pena. Me faz acordar e me faz dormir e influencia o meu dia.

O amor me faz sorrir pras pessoas na rua, na empresa, me faz entender as outras pessoas, me colocar no lugar delas e relevar as bobagens que não devem ser levadas pra frente.

O amor, com sua força toda, com sua incrivel capacidade de construir pontes e destruir distancias me faz querer ser um cara melhor dia a dia, me faz querer me realimentar deste mesmo amor e assim produzir mais amor num fluxo continuo e incessante.

Eu preciso amar, eu preciso sentir este processo dia a dia, o tempo todo. Sem barreiras, sem preconceitos, sem nada enfim.

O amor que eu acredito não ve cor, raça (álias isso é com o pessoal do P.T) não se importa com a religião do outro e nem se o outro não tem religião. Me apressa, me acalma, tudo na hora certa, na medida exata.

O amor é algo que me enloquece, me devolve a sanidade, me faz gritar e calar ao mesmo tempo e é neste ser contraditório que eu encontro a minha melhor medida, o meu centro a minha verdade absoluta.

Preciso ama. As pessoas, as coisas, os animais, o mundo. E u decreto que apartir de hoje na minha vida, nehum sentimento será tão intenso e real como o AMOR só ele me guiará e só ele determinará as minhas ações.

Um viva para o Amor e a tudo o que ele faz na minha vida!

É isso.

Ouvindo: Point of Grace (Life, Love and others mysteries

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