Vamos falar sobre o Natal
Natal tem que ter muita comida na ceia certo? Fartura na mesa sinaliza prosperidade para o ano que ta chegando. Natal tem que ter também por mais bizarro que seja, Papai Noel, um simbolo importado de outra região do mundo que usa uma roupa que já é esquisita por si só , mas toma ares aterrorizantes quando conjugada com a dos seus assistentes sejam eles elfos, gnomos, ou erotizadas versões femininas dele mesmo, a tal da mamãe noel.
No Natal a gente vem com uma ideia bacana no fundamento e tosca na execução de que devemos pedir perdão as pessoas que nos magoaram e a também a quem magoamos. Mas por que esperar até o Natal?
No Natal a gente até se compadece de quem passa fome nas ruas, mas, Hello!!! Essas pessoas passam fome o ano inteiro! Na verdade parece que tomamos extrato de bondade e ficamos bacaninhas porque é Natal e como Jesus é celebrado, mesmo NÃO TENDO NASCIDO NESSA DATA INFAME, ainda sim tentamos passar um pano com ele e parecermos gente boa.
Eu, é notório e sabido, odeio o Natal. Tenho lembranças distorcidas do meu Natal quando criança ma ainda muito viva as memórias de meus natais de adolescente. Não adianta, por mais que eu tente me concentrar nos bons momentos que uma ceia, uma reunião em familia pode proporcionar, minha mente fica reproduzindo tudo o que de mais triste eu sei estar acontecendo em milhares de lares Brasil a fora.
Pessoas com fome, pessoas sem roupa, sem esperança, sem nada. Culpa minha? Sim e não. Porque se eu achar que realmente não tenho nada com isso, não me forço a refletir no meu papel no mundo. Não tenho e nem quero ter o poder de mudar o mundo mas se eu apenas tivesse uma atitude local, durante todo ano, de tentar melhorar a vida de poucas pessoas que sejam através de ações simples, talvez eu estivesse liberado no Natal para cuidar mais de mim.
Mutirões de Natal são e sempre serão válidos como visitar asilos e hospitais e levar conforto a quem tanto precisa. Mas quem precisa só precisa na noite de 24 para 25 de Dezembro? No decorrer de todo o ano essas pessoas não comem, nçao bebem, não sentem frio, não sentem falta de afeto?
Olha que legal! a minha equipe arrecadou mais alimentos que todas as outras. Puxa que bacana! E é bacana mesmo. Mas será que se durante todo ano eu trabalhasse um pouco que fosse por esta causa precisaria sair correndo em Dezembro?
Não julgo ninguém e acho muito melhor fazer algo as pressas do que não fazer, masa nossa bondade, o nosso "espirito natalino", deveria existir durante o todo o ano. Se assim fosse, iriamos minorar o sofrimento de muitas pessoas por muito mais tempo.
O Natal, não marca o nascimento de Jesus, não chega na perto na questão data. O Natal se trata de comermos bem, ganharmos e darmos presentes, organizarmos amigos secretos, aflarmos mal dos presentes que ganhamos nele e por ai vai.
Talvez por isso, Jesus, a pessoa a quem usamos indevidamente como centro de uma comemoração absurda do ponto de vista cronológico não aparece em nenhuma foto que tiramos na maioria das casas reunidas. São tantas coisas, tantas árvores, comida, presentes, luzes, risos e tanto mais que falta espaço para que ele fique cinco minutos que seja e aqueça o nosso coração com sua mensagem.
Então, que neste Natal, tenhamos menos presentes e comida e mais Jesus habitando em nosso coração e nos habilitando a fazermos o que pudermos e da melhor forma a ser feita por nossos amigos e irmãos, mesmo que eles sejam completos desconhecidos.
É isso.
Ouvindo PCD numa das poucas músicas de Natal que eu gosto. Mas suo rabugento, então devem ter outras bem legais por ai.
No Natal a gente vem com uma ideia bacana no fundamento e tosca na execução de que devemos pedir perdão as pessoas que nos magoaram e a também a quem magoamos. Mas por que esperar até o Natal?
No Natal a gente até se compadece de quem passa fome nas ruas, mas, Hello!!! Essas pessoas passam fome o ano inteiro! Na verdade parece que tomamos extrato de bondade e ficamos bacaninhas porque é Natal e como Jesus é celebrado, mesmo NÃO TENDO NASCIDO NESSA DATA INFAME, ainda sim tentamos passar um pano com ele e parecermos gente boa.
Eu, é notório e sabido, odeio o Natal. Tenho lembranças distorcidas do meu Natal quando criança ma ainda muito viva as memórias de meus natais de adolescente. Não adianta, por mais que eu tente me concentrar nos bons momentos que uma ceia, uma reunião em familia pode proporcionar, minha mente fica reproduzindo tudo o que de mais triste eu sei estar acontecendo em milhares de lares Brasil a fora.
Pessoas com fome, pessoas sem roupa, sem esperança, sem nada. Culpa minha? Sim e não. Porque se eu achar que realmente não tenho nada com isso, não me forço a refletir no meu papel no mundo. Não tenho e nem quero ter o poder de mudar o mundo mas se eu apenas tivesse uma atitude local, durante todo ano, de tentar melhorar a vida de poucas pessoas que sejam através de ações simples, talvez eu estivesse liberado no Natal para cuidar mais de mim.
Mutirões de Natal são e sempre serão válidos como visitar asilos e hospitais e levar conforto a quem tanto precisa. Mas quem precisa só precisa na noite de 24 para 25 de Dezembro? No decorrer de todo o ano essas pessoas não comem, nçao bebem, não sentem frio, não sentem falta de afeto?
Olha que legal! a minha equipe arrecadou mais alimentos que todas as outras. Puxa que bacana! E é bacana mesmo. Mas será que se durante todo ano eu trabalhasse um pouco que fosse por esta causa precisaria sair correndo em Dezembro?
Não julgo ninguém e acho muito melhor fazer algo as pressas do que não fazer, masa nossa bondade, o nosso "espirito natalino", deveria existir durante o todo o ano. Se assim fosse, iriamos minorar o sofrimento de muitas pessoas por muito mais tempo.
O Natal, não marca o nascimento de Jesus, não chega na perto na questão data. O Natal se trata de comermos bem, ganharmos e darmos presentes, organizarmos amigos secretos, aflarmos mal dos presentes que ganhamos nele e por ai vai.
Talvez por isso, Jesus, a pessoa a quem usamos indevidamente como centro de uma comemoração absurda do ponto de vista cronológico não aparece em nenhuma foto que tiramos na maioria das casas reunidas. São tantas coisas, tantas árvores, comida, presentes, luzes, risos e tanto mais que falta espaço para que ele fique cinco minutos que seja e aqueça o nosso coração com sua mensagem.
Então, que neste Natal, tenhamos menos presentes e comida e mais Jesus habitando em nosso coração e nos habilitando a fazermos o que pudermos e da melhor forma a ser feita por nossos amigos e irmãos, mesmo que eles sejam completos desconhecidos.
É isso.
Ouvindo PCD numa das poucas músicas de Natal que eu gosto. Mas suo rabugento, então devem ter outras bem legais por ai.
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