Fim de noite com dois de meus heróis
Sim, apesar de achar que sou Deus,(já disse, sou apenas um bom amigo dele), de querer sempre me sentir importante e blá, blá, blá, eu humildemente tenho alguns heróis. No campo daficção apenas o Batman faz minha cabeça por que batman é antes de mais nada um herói humano, que não tem superpoderes vindo de outros planetas ou aranhas radioativas (eca!) ou fruto de manipulação genética, ele é apenas fruto de sua própria dor e raiva. Mais humano, impossível.
Mas os meus poucos heróis são pessoas que coo eu morrerão um dia. Pessoas que não tem aparentemente nada de excepcional além de um extraordinário talento e conduta admirável. Ontem a noite, na T.V dois deles esrtavam reunidos; Laura Cardoso e Ronnie Von (a quem minha avó chamava de Ronnie "Fon" e eu jocosamente, embora criança chama-va de Ronnie "Fon Fon" sem mais delongas.)
Quem teve o privilégio de assistir Laura Cardoso no teatro em peça como "Hoje eu me chamo Dinorá" pra ficar apenas em um exemplo, ou mesmo ver seus trabalho em tv e cinema sabe perfeitamente que trata-se de uma das melhores atrizes do mundo. Junto com Fernanda Montenegro e Marilia Pera além da inquestionável Bibi Ferreira (olha eu sendo de novo arrogante e destilando conhecimento demais, sorry, meu querido fã) forma o trio de inigualáveis atrizes brasileiras que poderiam atuar em qualquer peça ou filme de qualquer diretor em qualquer lugar do mundo.
Laura, álias, tem um que Feliniano na atuação e no próprio jeito de ser que me encanta profundamente. Mas para além da atriz, está a sua postura como cidadã, como pessoa que pensa a arte, este artigo de luxo no Brasil onde aproveitadores usam de leis de incentivos culturais para com o nosso dinheiro produzirem lixo culturula, o que é a até aceitável porque isso é uma questão de gosto mas sobretudo para encher os próprios bolsos com verbas nunca utilizadas para a sua real destinação.
Ontem, ao ser perguntada por Ronnie o que ela sentia ao olhar para trás e ver uma carreira tão vitoriosa e linda ela disse apenas uma palavra: Gratidão! Num momento em que pseudos atores e atrizes querem para si com toda a arrogância possível méritos que nunca, jamais terão por serem pouco mais que bostas falantes, ver uma pessoa como Laura agradecer ao público por seu sucesso é revigorante e sobretudo emocionante. Essa senhora que também, é mãe, avó e bisavó terá sempre o meu mais profundo respeito e admiração. Sempre.
Ronnie Von. O que dizer de um cara que nasce junto com a Jovem Guarda, um movimento tosco musicalmente, mas importante como elemento cultural de um Brasil que vivia os anos de chumbo e mesmo fazendo um sucesso retumbante com músicas bobinhas de Carlos Imperial (o grande nome por trás do movimento) ainda sim lança discos absolutamente conceituais (ainda que solenemente ignorados por critica e público da época)? No minimo era um cara muito a frente de seu tempo (amigos, eu compraria qualquer coisa que tivesse um título cool desses sem nem saber do que se trata porque só pode ser bom!)e Máquina Voadora. Tente comprar hoje um desses títulos em um sebo. Eu tentei e chorei de raiva por não ter R$1.200,00 por cada um deles, pois certamente em mais uma de minha sandices eu compraria sem pensar duas vezes. É música de primeira qualidade, psicodelia pura, uma viagem ao mundo encantado do ácido, sem tomar o dito cujo. Embora minha música favorita dele seja a mais tradicionalzinha "Tranquei a vida num apartamento (saca a capacidade do cidadão de dar nomes incríveis as suas músicas...)
Mas o Ronnie Von de hoje, o cara que apresenta o delicado programa na tv Gazeta é este que me interessa. É o exemplo rematado de homeme que eu gostaria de ser e nunca, jamais serei por desconhecer regras básicas de etiqueta e mesmo de convivência com outros seres humanos. Cada vez que o vejo fazendo suas entrevistas, numa roda de papo na cozinha de seu programa ou mesmo apresentando os grupos músicais que vão ao seu programa eu paro e babo.
O maior exemplo de que para ser homem não é necessário ser brutal ou no outro extremo metrossexual. A prova de que existe sim o equilíbrio entre o ser másculo e ser sensível esta nas noites em que seu programa vai ao ar.
A entrevista que deu para João Gordo no "Gordo Visita" é outro exemplo de pessoa de carater. Sem falar mal de ninguém, sem citar nomes de forma negativa traçou retrato de sua época com graça, encantamento e foi além falando de suas paixão por voar (é piloto brevetado. Existe piloto que não o seja, anta?) mostruo sua casa sem a afetação tipica das celebridades instantâneas que causam vergonha alheia em qualquer pessoa com o minimo de bom senso.
Ontem, antes de hã, bom... dormir, tive o privilégio e a satisfação de poder ver dois de meus heróis juntos e isos me fez feliz.
É isso.
Ouvindo: Ronnie Von
Mas os meus poucos heróis são pessoas que coo eu morrerão um dia. Pessoas que não tem aparentemente nada de excepcional além de um extraordinário talento e conduta admirável. Ontem a noite, na T.V dois deles esrtavam reunidos; Laura Cardoso e Ronnie Von (a quem minha avó chamava de Ronnie "Fon" e eu jocosamente, embora criança chama-va de Ronnie "Fon Fon" sem mais delongas.)
Quem teve o privilégio de assistir Laura Cardoso no teatro em peça como "Hoje eu me chamo Dinorá" pra ficar apenas em um exemplo, ou mesmo ver seus trabalho em tv e cinema sabe perfeitamente que trata-se de uma das melhores atrizes do mundo. Junto com Fernanda Montenegro e Marilia Pera além da inquestionável Bibi Ferreira (olha eu sendo de novo arrogante e destilando conhecimento demais, sorry, meu querido fã) forma o trio de inigualáveis atrizes brasileiras que poderiam atuar em qualquer peça ou filme de qualquer diretor em qualquer lugar do mundo.
Laura, álias, tem um que Feliniano na atuação e no próprio jeito de ser que me encanta profundamente. Mas para além da atriz, está a sua postura como cidadã, como pessoa que pensa a arte, este artigo de luxo no Brasil onde aproveitadores usam de leis de incentivos culturais para com o nosso dinheiro produzirem lixo culturula, o que é a até aceitável porque isso é uma questão de gosto mas sobretudo para encher os próprios bolsos com verbas nunca utilizadas para a sua real destinação.
Ontem, ao ser perguntada por Ronnie o que ela sentia ao olhar para trás e ver uma carreira tão vitoriosa e linda ela disse apenas uma palavra: Gratidão! Num momento em que pseudos atores e atrizes querem para si com toda a arrogância possível méritos que nunca, jamais terão por serem pouco mais que bostas falantes, ver uma pessoa como Laura agradecer ao público por seu sucesso é revigorante e sobretudo emocionante. Essa senhora que também, é mãe, avó e bisavó terá sempre o meu mais profundo respeito e admiração. Sempre.
Ronnie Von. O que dizer de um cara que nasce junto com a Jovem Guarda, um movimento tosco musicalmente, mas importante como elemento cultural de um Brasil que vivia os anos de chumbo e mesmo fazendo um sucesso retumbante com músicas bobinhas de Carlos Imperial (o grande nome por trás do movimento) ainda sim lança discos absolutamente conceituais (ainda que solenemente ignorados por critica e público da época)? No minimo era um cara muito a frente de seu tempo (amigos, eu compraria qualquer coisa que tivesse um título cool desses sem nem saber do que se trata porque só pode ser bom!)e Máquina Voadora. Tente comprar hoje um desses títulos em um sebo. Eu tentei e chorei de raiva por não ter R$1.200,00 por cada um deles, pois certamente em mais uma de minha sandices eu compraria sem pensar duas vezes. É música de primeira qualidade, psicodelia pura, uma viagem ao mundo encantado do ácido, sem tomar o dito cujo. Embora minha música favorita dele seja a mais tradicionalzinha "Tranquei a vida num apartamento (saca a capacidade do cidadão de dar nomes incríveis as suas músicas...)
Mas o Ronnie Von de hoje, o cara que apresenta o delicado programa na tv Gazeta é este que me interessa. É o exemplo rematado de homeme que eu gostaria de ser e nunca, jamais serei por desconhecer regras básicas de etiqueta e mesmo de convivência com outros seres humanos. Cada vez que o vejo fazendo suas entrevistas, numa roda de papo na cozinha de seu programa ou mesmo apresentando os grupos músicais que vão ao seu programa eu paro e babo.
O maior exemplo de que para ser homem não é necessário ser brutal ou no outro extremo metrossexual. A prova de que existe sim o equilíbrio entre o ser másculo e ser sensível esta nas noites em que seu programa vai ao ar.
A entrevista que deu para João Gordo no "Gordo Visita" é outro exemplo de pessoa de carater. Sem falar mal de ninguém, sem citar nomes de forma negativa traçou retrato de sua época com graça, encantamento e foi além falando de suas paixão por voar (é piloto brevetado. Existe piloto que não o seja, anta?) mostruo sua casa sem a afetação tipica das celebridades instantâneas que causam vergonha alheia em qualquer pessoa com o minimo de bom senso.
Ontem, antes de hã, bom... dormir, tive o privilégio e a satisfação de poder ver dois de meus heróis juntos e isos me fez feliz.
É isso.
Ouvindo: Ronnie Von
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