Escolhas...
Já li uma vez que escolher é perder sempre. Bom, se isso for verdade estamos dia a dia perdendo coisas ou pessoas ou pior as trocando por outras coisas e pessoas. Discordo deste raciocínio acho que escolher é na verdade agregar o que se quer mais a sua vida e se você quer algo mais que o outro, não perdeu o que deixou de escolher. Tortuoso o pensamento? Esse sou eu...
Escolhemos o tempo todo. Escolhemos a roupa para trabalhar, escolhemos o que comer, escolhemos ser legais ou não. Existe é claro uma graduação obvia de importância nas escolhas que fazemos. Escolher entre tomar suco de laranja ou de maracujá é algo banal, já escolher o carro que se vai comprar, é algo que exige mais ponderação. Escolher a mulher (ou homem) com quem se vai viver, exige mais do que ponderação. exige um exercício que nos faz usar todas as habilidades que temos e emprega-las em prol de tal decisão, pois é uma decisão que é ( ou deveria ser) para a vida toda.
Está exatamente ai o "x" da questão. Digo para meus clientes que escolher um imóvel não é com escolher um tênis,pois o tênis se causar arrependimento ficará jogado num canto do armário já o imóvel e onde em teoria ele irá morar. Mas escolhemos muitas vezes tomar decisões capitais de forma irrefletida. Compramos o carro que o comercial diz ser o mais bacana, sem levar em conta o tamanho do financiamento, ou dos impostos futuros, ou da manutenção vindoura ou, ou, ou... Compramos um imóvel as vezes para parecer mais ricos ou descolados do que parecemos. Namoramos a menina ou menino mais bonito ou mais inteligente, não porque ela faz nosso coração bater mais forte, mas porque é o objeto de desejo de toda a escola ou igreja.
Inconscientemente estamos sempre justificando nossas escolhas para as pessoas que nos cercam ou pior, estamos escolhendo em função das pessoas que nos cercam. Isso obviamente é algo absolutamente absurdo, mas é muitas vezes assim que fazemos, agimos por impulso, querendo agradar ou mesmo afrontar alguém ou algumas pessoas e esquecemos que em última analise as consequências positivas ou negativas de nossas escolhas recaem basicamente em nós mesmos.
Em um cenário assim parece desesperador escolher. Mais uma vez eu digo esqueça as escolhas banais. Falo de escolhas realmente importantes. Com qual rigor tomamos tais decisões? Quantas vezes percebemos que alguns minutos de reflexão evitariam complicações desnecessárias?
Dizer eu te amo para a pessoa errada por exemplo, que estrago pode trazer em ambas as vidas? Gritar de raiva com quem se quer bem por uma raiva que as vezes nem se justifica? Fuçar as redes sociais de alguém buscando sabe-se lá o que e depois comprovar o ditado que diz que quem procura acha? Não seria muito melhor o recolhimento estratégico, que sim, também é uma escolha, mas a escolha mais comedida entre todas ou uma das mais comedidas ao menos.
Nossas escolhas muitas vezes definem quem seremos depois de tomadas. Nossas escolhas podem nos libertar ou aprisionar, fazer-nos feliz ou nos levar a um choro raivoso. Nossas escolhas dependem de fatores externos é claro, mas é o nosso interior que nos guia e orienta, é a somatória de nossas experiências, de nossas vivências que vai de forma consciente ou não guiar nossas decisões principalmente quando o tempo para toma-las é escasso.
O que lemos, o que assistimos, que escutamos, o que cremos, tudo isso define a pessoas que somos e as escolhas que tomamos o que significa dizer que quanto mais informação útil temos, mais chance de escolhas racionais e certeiras nós temos. Uma mente alimentada com informações úteis, informações que elevam e edificam, certamente seguirá o caminho correto ao tomar uma decisão. Uma mente que se perde em assuntos sem importância, que é regida sob o signo da superficialidade, da banalidade,(sim as duas ultimas palavras são sinônimas e mostram minha a pobreza do meu vocabulário) certamente terá muito mais dificuldade em tomar decisões que possam fazer a vida fluir melhor.
Alias tenho a impressão que grandes escolhas são colocadas apenas a frente de quem tem uma vida que realmente é vivida com o propósito de não ser desperdiçada. Explico: Se você não se importa com nada, é superficial, não lê, não se informa, não busca cultura, não tem enfim, um propósito seja ele qual for pra sua vida e quero deixar claro que de forma alguma acho que apenas cristãos tem propósitos de vida, afinal, uma vida bem vivida baseada em escolhas corretas não é privilégio de cristão, ou muçulmanos, ou espiritas ou qualquer outra corrente religiosa, a arte de viver bem e fazer boas escolhas é privilégio de quem coloca questões como essa no seu devido lugar e compreende que a vida tem departamentos tais como família, religião, estudo, trabalho, entre tantos outros e todos devem ser ter seu papel bem definido no que entendemos como felicidade, que para mim é o conjunto do bem viver todas os compartimentos de nossa vida ou ao menos o melhor possível que eles possam ser vividos.
Escolhas são colocadas o tempo todo em nossa vida, e a forma que lidamos com elas é sem dúvida a chave de nosso sucesso.
É isso:
Ouvindo: Fonte de Luz brilhante álbum de estréia do grupo Prisma Brasil
Escolhemos o tempo todo. Escolhemos a roupa para trabalhar, escolhemos o que comer, escolhemos ser legais ou não. Existe é claro uma graduação obvia de importância nas escolhas que fazemos. Escolher entre tomar suco de laranja ou de maracujá é algo banal, já escolher o carro que se vai comprar, é algo que exige mais ponderação. Escolher a mulher (ou homem) com quem se vai viver, exige mais do que ponderação. exige um exercício que nos faz usar todas as habilidades que temos e emprega-las em prol de tal decisão, pois é uma decisão que é ( ou deveria ser) para a vida toda.
Está exatamente ai o "x" da questão. Digo para meus clientes que escolher um imóvel não é com escolher um tênis,pois o tênis se causar arrependimento ficará jogado num canto do armário já o imóvel e onde em teoria ele irá morar. Mas escolhemos muitas vezes tomar decisões capitais de forma irrefletida. Compramos o carro que o comercial diz ser o mais bacana, sem levar em conta o tamanho do financiamento, ou dos impostos futuros, ou da manutenção vindoura ou, ou, ou... Compramos um imóvel as vezes para parecer mais ricos ou descolados do que parecemos. Namoramos a menina ou menino mais bonito ou mais inteligente, não porque ela faz nosso coração bater mais forte, mas porque é o objeto de desejo de toda a escola ou igreja.
Inconscientemente estamos sempre justificando nossas escolhas para as pessoas que nos cercam ou pior, estamos escolhendo em função das pessoas que nos cercam. Isso obviamente é algo absolutamente absurdo, mas é muitas vezes assim que fazemos, agimos por impulso, querendo agradar ou mesmo afrontar alguém ou algumas pessoas e esquecemos que em última analise as consequências positivas ou negativas de nossas escolhas recaem basicamente em nós mesmos.
Em um cenário assim parece desesperador escolher. Mais uma vez eu digo esqueça as escolhas banais. Falo de escolhas realmente importantes. Com qual rigor tomamos tais decisões? Quantas vezes percebemos que alguns minutos de reflexão evitariam complicações desnecessárias?
Dizer eu te amo para a pessoa errada por exemplo, que estrago pode trazer em ambas as vidas? Gritar de raiva com quem se quer bem por uma raiva que as vezes nem se justifica? Fuçar as redes sociais de alguém buscando sabe-se lá o que e depois comprovar o ditado que diz que quem procura acha? Não seria muito melhor o recolhimento estratégico, que sim, também é uma escolha, mas a escolha mais comedida entre todas ou uma das mais comedidas ao menos.
Nossas escolhas muitas vezes definem quem seremos depois de tomadas. Nossas escolhas podem nos libertar ou aprisionar, fazer-nos feliz ou nos levar a um choro raivoso. Nossas escolhas dependem de fatores externos é claro, mas é o nosso interior que nos guia e orienta, é a somatória de nossas experiências, de nossas vivências que vai de forma consciente ou não guiar nossas decisões principalmente quando o tempo para toma-las é escasso.
O que lemos, o que assistimos, que escutamos, o que cremos, tudo isso define a pessoas que somos e as escolhas que tomamos o que significa dizer que quanto mais informação útil temos, mais chance de escolhas racionais e certeiras nós temos. Uma mente alimentada com informações úteis, informações que elevam e edificam, certamente seguirá o caminho correto ao tomar uma decisão. Uma mente que se perde em assuntos sem importância, que é regida sob o signo da superficialidade, da banalidade,(sim as duas ultimas palavras são sinônimas e mostram minha a pobreza do meu vocabulário) certamente terá muito mais dificuldade em tomar decisões que possam fazer a vida fluir melhor.
Alias tenho a impressão que grandes escolhas são colocadas apenas a frente de quem tem uma vida que realmente é vivida com o propósito de não ser desperdiçada. Explico: Se você não se importa com nada, é superficial, não lê, não se informa, não busca cultura, não tem enfim, um propósito seja ele qual for pra sua vida e quero deixar claro que de forma alguma acho que apenas cristãos tem propósitos de vida, afinal, uma vida bem vivida baseada em escolhas corretas não é privilégio de cristão, ou muçulmanos, ou espiritas ou qualquer outra corrente religiosa, a arte de viver bem e fazer boas escolhas é privilégio de quem coloca questões como essa no seu devido lugar e compreende que a vida tem departamentos tais como família, religião, estudo, trabalho, entre tantos outros e todos devem ser ter seu papel bem definido no que entendemos como felicidade, que para mim é o conjunto do bem viver todas os compartimentos de nossa vida ou ao menos o melhor possível que eles possam ser vividos.
Escolhas são colocadas o tempo todo em nossa vida, e a forma que lidamos com elas é sem dúvida a chave de nosso sucesso.
É isso:
Ouvindo: Fonte de Luz brilhante álbum de estréia do grupo Prisma Brasil
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