Vale tudo?

O irmão sem talento de Ronaldinho Gaúcho, Assis, que teve passagem ridícula por Corinthians e outros times e virou empresário do dentuço do sul, deu mais uma mostra de como funciona o nosso País e mais uma vez foi algo vergonhoso. Seu irmão fez um contrato com um time falido, o Clube de Regatas Flamengo, do Rio de Janeiro, (que tem a presidente de clube esportivo seja ele qual for a modalidade mais gata do desporto mundial, Patrícia Amorim) sabendo que teria problemas pra receber, na verdade sabendo que o mais provável era nem receber, dado os altos valores envolvidos, uma coisa ridícula e sem sentido pra uma instituição que beira a insolvência pura e simples. Pois bom, como qualquer pessoa de bom senso imaginou quando da assinatura do contrato, Ronaldinho está com uma dívida monstro a ser recebida já que o clube não lhe paga. Em campo, como todos já imaginavam também, Ronaldinho é um fiasco total, já que prefere as noitadas a uma vida de atleta. Por outro lado o clube sabia quem estava contratando e se decidiu apostar em jogador tão medíocre, tem que pagar o que prometeu, mas o fato é que o clube não paga e Ronaldinho finge ser atleta. Dentro de um cenário como esse, o mais sensato seria um rompimento de contrato onde Ronaldinho buscaria seus direitos pelas vias judiciais que um País democrático como o Brasil lhe oferece e o Flamengo, o clube da presidente gata, alias gatissima, pra ser sincera, gostosa mesmo, se defenderia (como se houvesse defesa possível para um calote amplamente documentado e noticiado pela justiça). Mas não, fica tudo na mesma e Assis, o irmão empresário resolveu radicalizar da forma mais cretina possível: Roubando a loja do clube. Simplesmente foi a loja do clube e empilhou camisetas, toalhas, shorts e outros produtos e ao chegar ao caixa disse candidamente que não pagaria, afinal o clube deve ao seu irmão. Como assim? Ok, o clube deve a Ronaldinho, mas a loja do clube não lhe deve nada. Por este raciocínio de gente tola e sem a miníma ideia do que significa a palavra "sensatez", Assis, poderia ter ido ao estacionamento do clube e pego qualquer carro que seja da frota do clube. Poderia ainda entrar na sala de troféus do clube e pegar quantos deles quisesse e vende-los para abater da dívida. Se não fosse o suficiente poderia ir a sala da presidente e pegar os arranjos decorativos que uma pessoa linda e de bom gosto como Patrícia deve ter. Uma situação constrangedora como essa só se permite por estas plagas. O que Assis fez foi, repito, roubo e roubo descarado a luz de testemunhas perplexas e incrédulas. Seu irmão não rende em campo 10% do que deveria render, só rende manchetes negativas, o plano de marketing envolvendo seu nome foi sonoramente ignorado por empresas que estão mais interessadas em salvaguardar seu nome do que associa-lo a um baladeiro do naipe do Gaúcho e ainda sim seu "EMPRESÁRIO" se acha no direito de roubar o clube? E pior, fica porisso mesmo? Que exemplo uma atitude dessa que foi coberta por toda mídia especializada (embora devesse ser coberta pela imprensa policial), pode dar? O que vamos passar para nossas crianças, elas que são o público que ainda de forma pura e ingênua acredita em Ronaldinho? Nosso pobre País vive dando exemplos de que aceita absurdos demais. Aceitamos tudo de forma bovina, não vemos isso como um roubo, mas como a atitude de uma pessoa que chegou ao limite da paciência. Ok, vamos chegar ao limite da paciência com ps políticos também, que tal? Vamos parar de tolerar desmandos e mais desmando e vamos começar gritando que a atitude do "empresário" Assis, não pode ser tolerada pelas pessoas de bem! É isso. Ouvindo: Acustico Arnaldo Antunes

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