Meu blog não é o TV Fama

O último comentário postado no meu blog pede que eu de um "up" no mesmo. Nas palavras de quem postou, (sempre alguém anônimo), "fala mal da Adriana Esteves ou algo assim". Deixa eu dizer uma coisa: To pouco me fodendo pra Adriana Esteves ou qualquer outro famoso ou pra usar o termo que muito gostam "celebridade". Vou desancar ao invés disso essa pessoa que fez este cretino comentário. Meu blog não precisa de "up", porque não escrevo pra satisfação de ninguém que não seja eu mesmo. Escrevo do que eu gosto, quando eu tenho vontade da forma que eu quero. Não tenho um padrão de redação, não tenho sequer marcadores por assuntos, porque pouco me importa qualquer tipo de ordenação neste espaço. Escrever pra mim é uma necessidade tão prazerosa quanto o sexo, e como tal, não tem prévia preparação, não tem um planejamento de que palavras utilizar, elas vem, simplesmente vem, é como se eu abrisse uma torneira e elas escorressem e quando o assunto se esgota, é como se essa "água" tivesse acabado. Não peço pra ninguém ficar lendo meu blog, mas me sinto honrado em saber que pessoas vez ou outra passam por aqui e perdem cinco minutinhos de suas vidas lendo as coisas que escrevo, mas mesmo essa honra e até para continuar a te-la, não me impede de ser totalmente independente e não abrir qualquer tipo de concessões,no que diz respeito ao que escrevo. Jamais serei pautado por acontecimentos relevantes, por pedidos de quem quer que seja (a menos que eu queira), ou qualquer outro fato. Repetindo: ESCREVO O QUE EU QUERO QUANDO EU QUERO E PONTO FINAL. Não vou escrever só coisas bacanas, isso é impossível, não sou um mestre literário nem estou perto disso. Meu texto é na maioria das vezes errático e confuso e só i fato de usar "errático" e confuso" no mesmo pensamento já da uma mostra de como eu escrevo mal, mas as vezes eu escrevo coisas de que me orgulho. Claro que gostaria de escrever só coisas muito boas mas se não tenho esse talento, não perco o sono, afinal, escritor bom mesmo são meus ídolos literários como Edgard Alan Poe, Gore Vidal, Jorge Luís Borges (vá de retro o outro Jorge, o Amado) então como meu padrão é bem alto como se pode verificar, me contento em escrever pequenas bobagens por aqui mesmo. Quanto ao meu leitor anônimo, se acha que o blog está sonolento e como ele disse também teve preguiça de ler o último post, um conselho: Pare de ler este espaço e compre o excelente "As Intermitências da Morte" de José Saramago, vai ser uma leitura bem mais agradável mas que demanda uma carga extra de exercício mental, o que te livrará da preguiça na hora da leitura, ou uma pane mental, vai saber. Se passar por este livro, Leia "Verão no Aquário" de Lygia Fagundes Teles uma pequena obra prima da literatura em Língua Portuguesa. Depois, procure uma antologia dos poemas de Cecília Meireles e outra de Cora Coralina. Na literatura internacional, você pode ler "Burr" e Palimpsesto" de Gore Vidal além do soberbo poema "The Raven" de Edgard Alan Poe, que você encontra na versão em inglês e português e se pesquisar neste blog sonolento que não é o TV FAMA. São obras que demandarão tempo e muito exercício de sua mente e não causarão sono ou preguiça ou os dois e enriquecerão e muito o seu vocabulário e seu entendimento do mundo tal qual ele é. É isso. Ouvindo: Stênio Marcius

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