Satanás, Também Conhecido Como João de Deus
O mal esta em toda parte. Não importa como ele se mostra ou como eu e você escolhemos enxerga-lo (se é que queremos vê-lo) pois muitas vezes, ele esta travestido de bem, de luz, de amor e fica difícil distingui-lo como mal ja que ele se parece tanto com o bem. E se parece, por que não é afinal? É necessário discernimento para entender quando o bem não é bem e sim o mal disfarçado. Importante eu falar que este post não trata de religião, pois o mal e o bem não se restringem ao discurso religioso e eles, o bem e o mal, estão ai nos cercando todo tempo, o tempo todo.
Neste caso específico, o mal atende pelo nome mais caro aos que querem praticar o bem nesta porção ocidental da Terra: Deus. é o nome do mal, é precedido por outro nome importante para os que creem na bondade, no amor e na caridade: João. João de Deus, a combinação perfeita para nomear o homem que roubou sonhos, esperanças e até a vida de muitas mulheres, mais de 300 delas ao longo de anos e anos de "atendimentos espirituais" que nada mais foram para essas mulheres ao menos que uma tortura em suas almas e corações. estupros vis e absolutamente destruidores de emoções cometidos com método e com a certeza da impunidade que só os monstros mais desalmados podem ter.
Por que afirmo que essas mulheres foram estupradas? Porque são de 300 vozes dizendo que isso de fato aconteceu. Porque é fácil perceber o quanto este monstro se aproveitou da dor e do desespero de pessoas que buscavam uma cura física e principalmente o quanto ele abusou da fé da cada uma delas sem se importar por um segundo se estava destruindo essas pessoas por dentro, devastando-as para todo o resto de suas vidas e tudo isso em troca de que? momentos esparsos de prazer? Auto afirmação sexual? Desculpe, Satanás, porque você, João, é nada mais que uma das representações mais completas com as quais podemos ilustrar o Demônio, o Capiroto, o Coisa Ruim, o Cão. Você e suas práticas nefastas e destruidoras de ilusões não tem nada de bom para oferecer a quem quer que seja.
De novo, pouco importa se Espíritas, Católicos, Evangélicos ou mesmo Budistas ou Hindus tenham algo a dizer sobre este triste caso. Ele não deve ser analisado no campo religioso e sim na esfera criminal. Se Deus, o Diabo ou qualquer que seja a entidade lhe deu poderes para curar a quem quer que seja, este poder deveria ter sido usado para exatamente isso, para a cura de pessoas que precisam. Jamais deveria ter João se apossado deste presumível poder para barbarizar seres humanos a níveis animalescos de barbárie. Ainda mais querendo e de fato conseguindo por tanto tempo aparentar que fazia apenas o bem.
Não vou falar aqui de justiça Divina pois desta jamais duvidei e sou tão merecedor da Justiça do Eterno como o é o João Satã, mas falo da justiça Brasileira, que precisa se livrar das travas das eternas chicanas processuais e em tempo recorde e de modo célere condenar e trancafiar atrás de duras barras verticais a este homem horroroso, que tem apenas traços humanos mas uma essência completamente descolada do que se pode projetar como comportamento minimamente aceitável de um ser humano.
João Satã não é nada mais do que um demônio em forma de gente e ai falo de minhas convicções religiosas sim. Um enviado de Satanás a Terra para espalhar o mal, confundindo as noções de bem e mal de forma a torna-las quase indistinguíveis a olho nu. O mal, disfarçado de bem causa muito mais estrago do que o mal sem disfarce, pois quando disfarçado ele alimenta a ilusão de que tudo irá acabar bem, tudo esta sedo feito para o bem. João Satã em momento algum recuou em suas nefastas intenções sendo sempre certeiro em toldar a visão dos que o procuravam em busca de alivio.
Que Deus, o Deus sinônimo de bondade, figura central da fé Judaico-Cristã posso confortar mente e corações desses que sofrem pela ação do homem que ousou usurpar-lhe o nome para espalhar o terror. Satanás perdeu mais uma batalha, novamente falando em religião, pois um de seus bastiões acabou de cair e nada escapa impune aos olhos do Eterno.
É isso
Ouvindo: Os Arrais
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