Blend, o Produto Que Agora Trabalho e as Lições Que Ele Me Ensinou



Eu sempre fui um profissional extremamente arrogante e auto suficiente. Sempre. Sempre entreguei excelente resultados por onde passei, arrisco dizer que sou melhor gestor do que corretor, tenho garra, vontade, fé na venda, não largo o osso, não admito a derrota e o fracasso me obrigo a dar resultados. Eu gosto de ser reconhecido, mas essa minha sanha por reconhecimento sempre me complicou porque não tinha papas na língua e dizer que eu era melhor que os outros era meu mantra.

Mas trabalhar neste empreendimento que estou trabalhando, o melhor de Osasco, Blend Bela Vista, esta sendo uma libertação para mim, em vários sentidos. Quando aceitei uma posição de coordenação neste empreendimento, fui ridicularizado por várias pessoas porque achavam que o produto era fadado ao fracasso.

A primeira lição que aprendi foi: Confie nos seus instintos.

Onde muitos viam um produto ruim, ou apenas mais um produto eu via uma joia a ser lapidada. Eu tinha a mais absoluta certeza que com o discurso certo e com uma paixão absoluta e dedicação integral os resultados viriam. E vieram. E continuam vindo. E continuarão. Paixão é o meu combustível  e o produto é apaixonante, então acreditar no que eu vejo e não no que eu escuto de outros, ou não apenas no que escuto é fundamental.

A segunda lição que aprendi foi: Trabalho não é um discurso.

Sem por a mão na massa, não chegaria a lugar algum. Se não sentasse com cada cliente, entendesse a sua dor e propusesse uma solução sob medida, a venda não viria. Se não entendesse também que a minha equipe é em sua maioria de corretores em formação e não buscasse agregar conhecimento as suas jornadas e sobretudo trata-se cada cliente como meu, o resultado não viria. Entre erros e acertos, trabalhar com afinco foi o que me fez ter resultados.

A terceira lição que aprendi foi: Traçar uma meta realista é fundamental.

De que vale uma meta se não vai ser alcançada e sobretudo perseguida desde o primeiro dia de sua validade? Nada! Metas precisam de método alias a raiz das palavras é a mesma. Sem método, sem disciplina e sem uma perseguição incansável a ela, a meta jamais será batida. No primeiro mês me comprometi com 5 unidades, vieram 4. No segundo mês me comprometi com 6, vieram 9. No terceiro mês novamente 6 e novamente 9. Não que eu esteja sendo tímido ao colocar minhas metas, nada disso, as metas foram realistas mas o trabalho contínuo e incansável fez com que as metas fossem excedidas.

A quarta lição que aprendi  foi: Eu não sou ninguém sozinho.

Sem o engajamento do meu time, eu não sou ninguém. Não existe Neymar ou Messi que jogue sozinho contra qualquer outro time por mais varzeano que seja. Sem a ajuda do meu time, dos gerentes, da diretoria, de todos os envolvidos enfim, eu não conseguiria resultado algum. Resultados se constroem com ajuda mútua, com  humildade querendo sempre acertar e aceitando o erro como aprendizado.

A quinta e mais importante lição que aprendi foi: Deus, somente Deus.

Eu me coloquei o propósito de a cada venda que fosse feita na minha gestão eu agradeceria ao Eterno, a Deus aquele que me mantém vivo não sei bem porque. Quem me conhece sabe o quanto é difícil este exercício. A cada venda eu quero gritar ao mundo o quanto eu sou bom o quanto eu trabalhei e os melhores argumentos que usei e como criei uma engenharia financeira (logo eu que odeio matemática) para o cliente comprar. Bobagem da pior espécie. Tudo vem de Deus e por ele acontece. Dele eu sou e se ele não quiser, nada acontece. Tenho meus erros e minhas falhas, mas ele as perdoa e me abençoa. Tudo é benção de Deus em minha vida, meu mérito é não ser um completo estúpido, nada além. Eu o  agradeço a cada venda porque elas só acontecem com seu consentimento.

Vivo um momento profissional espetacular em minha vida, nada menos que espetacular, mas isso é porque Deus assim o permite e a ele sou e serei sempre grato.

É isso

Ouvindo Jay Vaquer

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