A Menina na Kombi (Witzel, Governador Assassino!!!)



Ágatha estava na Kombi  dirigida por seu avô. Ágatha, negra e pobre, foi morta por policiais. Ágatha virou estatística. Ágatha, aos 8 anos foi vítima da policia brutal e assassina que o  (des)Governador do Rio de Janeiro formou dando carta branca para que policiais despreparados, alucinados e covardes saíssem atirando e matando sem dó, sem piedade, sem nem perguntar depois. Witzel gosta de sangue em quantidades abissais e a cada nova morte seu sorriso de Pennywise  reaparece de forma macabra.

O problema é que Witzel é tão tosco que nem palhaço assassino ele consegue ser. Apenas assassino mesmo. Tenta se aproveitar de uma sociedade amedrontada pela criminalidade vendendo a história que matando indiscriminadamente esta fazendo um bem a esta mesma sociedade. Não está!

Bem faria Witzel se  ao invés de criar máquinas de extermínio com a chancela do governo estadual treinasse e capacitasse seu efetivo policial ensinando-os regras básicas de civilidade e que cor de pele não define conduta e classe social, tão pouco. Bem faria Witzel se abandonasse os esteriótipos que o fizeram comemorar a morte do raptor do ônibus na ponte Rio-Niterói e entendesse de uma vez por todas que seu cargo requer decoro, lucidez e caráter, características que no momento estão em falta em seu gabinete.

Witzel esta cercado por pessoas tão incompetentes como ele que posam  de experts  sem mal saber proferir duas sentenças que façam sentido entre si. Ágatha, aos 8 anos morreu de forma besta, vazia, fruto desta política tresloucada implanta por Witzel que dá a pessoas completamente despreparadas o poder de atirar a esmo, em quem apenas parecer bandido, não importando se eventualmente o receptor deste tiro for um ser inocente e sem maldade como Ágatha.

Aos 8 anos o que viu Ágatha da vida? Nada! O que tinha para ver? Tudo! Foi silenciada por um tiro dado de forma irresponsável, uma criança linda, cheia de vida que nem pode começar a vivê-la. A seus familiares só resta a dor que traz com ela o pranto incessante de quem não entende como algo tão estúpido e sem sentido pode ter acontecido.

Aos cidadãos de bem, resta contemplar o horror que vivemos hoje no Brasil (des)governado por Bolsonaro e seus satélites cheios de intenções eleitorais e desprezo pelo povo que o elegeu como Witzel. Nos resta ter um embaixador fritador de hamburguer que junto com seu pai lambe as botas de Trump sempre que possível. As pessoas de bem estão chocadas porém inertes. Tudo parece um grande pesadelo do qual acordar pode ser ainda pior.

Estamos nos deixando brutalizar, endurecer o coração e esvaziar os sentimentos. Eu me recuso! Eu gritarei até quando for possível contra este estado assustador das coisas. Eu ainda tenho esperança que seres nefastos como Witzel sumirão tão rapidamente como apareceram. Eu hoje choro por Ágatha, a menina da Kombi. E clamo por justiça e que Witzel, seu real assassino seja responsabilizado!

É isso.

Ouvindo: Carta aos Desinteressados, de Esteban

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