Genivaldo Foi Morto Por Bolsonaro, Esse Verme Imundo!
No Brasil, terra onde ser preto é ser bandido, ser olhado de lado, ser confundido com manobrista, com entregador, ser enfim um eterno subalterno, o que era ruim ficou pior (se é que isso é possível), quando Bolsonaro, esse verme imundo, maldito, esse bandido travestido de político, esse imbecil, podre e representante de tudo o que há de ruim, assumiu o poder. Bolsonaro, esse racista nojento, esse xenófobo recalcado, esse misógino vingativo e cruel, deu, com seu comportamento, carta branca para que policiais de todas as esferas, dos desnecessários GCM'S a mais alta esfera da Policia Federal, se comportem não como seres humanos, mas como animais, verdadeiros arremedos de sua personalidade macabra e doentia.
o negro Genivaldo, que além de negro, tinha transtornos mentais que o obrigavam a tomar remédios controlados para ter um minimo de qualidade de vida (e quem toma remédios controlados sabe que mesmo com eles a vida não é nada fácil), caiu na mãos de malditos policiais da PRF. Foi morto como um cão danado, asfixiado com gás lacrimogênio no porta malas de uma viatura policial que em teoria deveria servi-lo e progê-lo mas foi nada mais que sua câmara de gás, como se tivesse sido pego em uma tarde qualquer em Auschwitz, aleatóriamente, e como todo Judeu que ali estava, com a morte o rondando, a espreita, aguardando apenas um momento propricio para o bote, teve o seu e foi morto não por agentes da SS Nazista, mas por Policiais Federais Rodoviários de Sergipe.
Sergipe não fica na Polônia como Auschwitz, fica no Brasil, um país com tradição democrática de maioria populacional NEGRA, onde embora impere o mais vil racismo, ainda sim, não se executa ou não deveria se executar seus cidadãos como se fossem cães danados, como se fossem restos de um lixo ambulante. Genivaldo nada fez para ser morto desta forma ultrajante e ainda que tivesse feito algo de errado, o papel da polícia, seja em que esfera que for, é prender, não julgar, papel este que cabe ao Judicíario, após o devido processo legal ser cumprido.
Acontece que com Bolsonaro no poder, ficou fácil não apenas para policiais, mas para qualquer um que se imagine em condições de ser um "justiceiro", praticar a tal "justica" da forma mais torpe e indecente possível. Bolsonaro, com sua moral rasa, para não dizer inexistente, com seu amor inexplicável pela tortura, por armas, por matanças, por genocídios, por tudo que representa o que ruim e mal, abriu a porteira da crueldade para que ela avance pelo pais e em sua cabeça tresloucada, pelo mundo.
Bolsonaro se diz dono do Exercito Brasileiro, se diz dono da Policia Federal e não compreende que nao é dono nem de seu nariz. Casou-se com uma groupie que finge ser crente para otários acreditarem, mas que se aproveita da boa vida de ser casada antes com um parlamentar, agora com um presidente e em meio a viagens e outras benesses, tem a avó morando na favela.
A justiça por Genivaldo precisa ser feita. Em nome dos negros, em nome dos que tem transtornos mentais, em nome dos Nordestinos que são pessoas de bem em sua esmagadora maioria, a justiça precisa triunfar. E não, não desejo a morte destes "policias" a serviço do Capitão XAROPETA (Bolsonaro). Desejo que sejam julgados e punidos. Desejo que mofem na prisão, pois bandidos que usam farda são bandidos ainda piores do que aqueles que apenas delinquem sem se esconder atrás de uma roupa oficial.
Bolsonaro, as urnas, em Outubro vão se encarregar dele e se ele ganhar novamente, a história o colocará em seu devido lugar, o de pior presidente que este país já tão machucado teve até hoje. Seu nome não será nada além de uma nota de rodapé triste e insossa a qual nossos filhos e netos apenas desprezarão. Tenho raiva, tenho ódio genuíno por Bolsonaro (algo que nunca tive por nenhum outro ser humano) e desejo apenas que ele e sua groupie vão a merda, mas aquela merda de diarréia, mais fétida que o habitual, e mais liquída, para sujá-lo como ele merece.
A família e amigos de Genivaldo, cujo crime foi ser negro e mentalmente abalado, toda minha solidariedade.
É isso.
Ouvindo: Three Crosses
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